sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Porque os alunos contam, hoje e sempre!

Porque os alunos contam, hoje e sempre! (by Loca....)


Caros amigos,

O Conselho Nacional de Educação propôs ontem acabar com os chumbos em todo o secundário e básico. Isso representaria que os alunos não teriam qualquer necessidade de se esforçar para passar.
Porque tal medida representa um enorme facilitismo contrário à promoção do esforço, porque desautoriza totalmente pais e professores e porque, em última análise, leva a uma diminuição de eficácia do sistema de ensino, penso que temos que manifestar a desaprovação pública.

Foi escrita pelo meu irmão uma petição online dirigida ao Presidente da República e ao Governo.

Por favor consultem o link abaixo. Leiam. Se concordarem assinem.

Petição online

Acreditamos numa sociedade democrática em que a população se deve fazer ouvir quando discorda das atitudes dos seus representantes.

Por favor façam passar esta mensagem

terça-feira, 3 de junho de 2008

Magmatismo - Rochas Magmáticas

Introdução:
Em Portugal continental as Rochas Magmáticas ou Rochas Ígnias estão bem representadas, como exemplo temos os granitos que predominam em extensas áreas localizadas, sobretudo a norte do rio Tejo.
Nos Açores a na Madeira, as rochas mais abundantes são os basaltos.
As restantes rochas magmáticas encontram-se em pequenos afloramentos dispersos pelo pais.
Os Granitos e Basaltos dão à paisagem aspectos que influenciam, a flora, a fauna e condicionam a fixação e o desenvolvimento das diversas actividades humanas.
Objectivos:
-- Diversidade de Magmas.
-- Formação das Rochas Magmáticas.

-- Consolidação de Magmas.
-- Diferenciação Magmática.
Desenvolvimento:
Nas Rochas Magmáticas a sua formação está relacionada com a mobilidade da litosfera e ocorre nos limites convergentes e divergentes das placas litosfeéricas.
Estes limites ocorrem em regiões onde as condições de pressão e temperatura, originam a fusão parcial das rochas da crusta e do manto superior, ocorrendo magmas.
Também ocorre situações que, em zonas não coincidentes com os limites de placas, também se gera rochas magmáticas, são no interior de placas continentais ou de placas oceânicas relacionadas com a existência de pontos quentes.
Na zona em que se gera maior quantidade de rochas magmáticas, que são as zonas de superficie terrestre, são nos Riftes Oceânicos.
Por uma união desses magmas, originam-se as Rochas Intrusivas, ou Plutónicas, e Rochas Extrusivas, ou Vulcânicas, conforme o magma consolida em profundidade ou à superficie.
O entendimento das rochas magmáticas é demonstrado por estudos no campo e em estudos laboratoriais, este estudo é relativo ao aparecimento de rochas e à sua caracterização de acordo com a sua composição minerológica e textural.
Em regiões tectónicamente e vulcanicamente activas, o aumento de temperatura com a profundidade é muito rápido, existindo por vezes temperaturas a rondar os 1000ºC a profundidades de 40km, na base da crusta terrestre. Existem outras condições sem ser as temperaturas elevadas, que podem contribuir para a fusão de materiais originados do manto e da crusta , como por exemplo a diminuição da pressão e a hidratação desses materiais.
A origem de magmas e fusão de rochas provêm da diminuição de pressão, resultante do movimento divergente das placas nas zonas de Rifte e que se verifica nas plumas térmicas, ao chegarem a zonas mais superficiais.
Em fusões por hidratação, existe uma baixa de temperatura devido ao aparecimento da água, apesar dos materiais do manto permanecerem à mesma temperatura e pressão.
A união de água aos materiais mantélicos desloca o ponto de fusão para temperaturas mais baixas. Sendo que o material começa a fundir-se a uma temperatura mais baixa a que se fundiria sem a precensa de água, ocorrendo nos limites convergentes das placas. O material fundido sendo menos denso do que as rochas envolventes, desloca-se até à superficie originando rochas extrusivas, ou cristaliza em profundidade e origina rochas intrusivas.
Existindo diferentes tipos de rochas magmáticas, os seus nomes baseiam-se na sua textura e composição que apresentam, sendo que estas propriedades mostram o modo como se formaram, mas sabendo que todas elas provêm dos três tipos fundamentais de magmas como por exemplo o basáltico, andesítico e riolítico.
Estes três tipos de magmas formam-se em quantidades diferentes, cerca de 80% de magmas emitidos pelos vulcões são basálticos, só 10% são andesíticos e os outros 10% são riolíticos.
São os 80% de magmas basálticos, constituintes da grande parte das rochas dos fundos oceânicos.
-- Magmas Basálticos -- Originam-se a partir de rochas de manto, sendo expelidos a partir dos riftes e dos pontos quentes.
São um resultado de uma fusão parcial de rochas constituintes do manto, o peridotito. Este tem uma composição próxima da do basalto, mas mais rica em minerais ferromagnesianos.
Por exemplo o Havai foi constituida por grandes quantidades de magma basáltico, expelidos por pontos quentes situados nos oceanos.
Por experiências laboratoriais, podemos verificar a existência de pequenas diferenças na constituição dos magmas basálticos, tendo condicionantes devido aos ambientes em que se geram, mostram que um peridotito com granadas, em pressões de 100Km e 350Km, isto é, na astenósfera, deve-se fundir parcialmente, sendo que o material resultante dessa fusão apresenta uma composição idêntica à do magma basáltico. (Fig.1)
A subida de um magma como a sua velocidade de ascensão vai depender de vários factores.
A sua viscosidade vai depender da sua densidade, da sua riqueza em sílica, da sua temperatura e da sua quantidade de fluidos que contém.
Em muitos casos, o magma originado do manto acumula-se em câmaras magmáticas a uma profundidade de 10 a 30Km, permitindo a génese de rochas plutónicas chamadas gabros.
Quando a velocidade de ascensão é maior à de arrefecimento, o magma pode chegar à superficie sem se ter consilidado, neste vai-se verificar erupções de lava, que por solidificação originam rochas vulcânicas.
Sendo estas rochas basálticas a sua textura tem duas fases, a primeira durante a ascenção, que origina cristais, e a segunda mais rápida, sendo já próxima ou na superficie, conduz à formação de cristais microscópicos ou até mesmo de algum material não cristalizado.
-- Magmas Andesíticos -- A sua formação é originária nas zonas de subdução e são existentes em zonas vulcânicas, como por exemplo como os Andes, na América do Sul e as Ilhas Aleutas, no Alaska.
A sua composição depende da quantidade e da qualidade do material do fundo oceânico subdutado, é composto por água, sedimentos e uma mistura de material com origem quer na crusta oceânica, quer na crusta continental. (ver quadro, fig. 2)
Sendo que, se os magmas andesíticos consolidarem em profundidade, originam rochas chamadas Dioritos. Se consolidarem na superficie ou próximo, originam-se rochas designadas por Andesitos.
-- Magmas Riolíticos -- Originam-se a partir de fusões parciais das rochas constituintes da crusta continental.
Estes magmas são muito ricos em gases, porque são a fusão das rochas da crusta continental, ricas em água e dióxido de carbono.
Estes magmas são originários de locais, da crusta terrestre, onde se verifica o choque de placas, dando origem a cadeias montanhosas. Sendo que a crusta terrestre vai deformar-se devido às tensões tectónicas, aumentando a sua espessura como consequência origina o aumento de pressão e de temperatura, criando as condições para o metamorfismo, e também à fusão parcial das rochas da crusta.
Consolidação de Magmas -- Podemos dizer que numa rocha magmática, a formação dos diferentes minerais que a constituem não é simultânea, porque os minerais têm diferentes temperaturas de cristalização.
Sendo misturas de líquidos, gases e minerais em estado sólido, durante a sua consolidação, originam-se fenómenos de cristalização de alguns componentes magmáticos, originando minerais, sublimação de vapores ou ainda fenómenos de vaporização de fluidos com deposição de substâncias dissolvidas de acordo com mudanças de pressão e temperatura.
Diferenciação Magmática -- Existindo apenas 3 tipos de magmas, podemos encontrar várias famílias de rochas magmáticas.
Sendo que um só magma pode produzir diferentes tipos de rochas, por ser constituido por uma mistura complexa, que se solidificando, vai originar a formação de diferentes associações minerais, como a cristalizaç~so desses minerais ocorre a temperaturas diferentes, vai haver a formação de diferentes uniões de cristais e de um magma residual.
A composição do líquido residual vai-se modificando conforme a temperatura vai baixando, podendo originar-se rochas diferentes a partir do magma original. Podendo-se afirmar que existe uma diferenciação magmática por Cristalização Fraccionada, ou seja, realizada em tempos diferentes. Como demonstra a imagem seguinte. (Fig. 3)
Este quadro demonstra uma cristalização fraccionada de uma mistura magmática basáltica.
Aqui demonstramos as associações de minerais mais previsíveis, como por exemplo as olivinas com as plagioclasses cálcicas, as anfíbolas com a biotite e as plagioclases sódicas.
Também vemos porque é pouco provável a ocorrência de quartzo, pois o quartzo vai cristalizar a baixas temperaturas e o basalto é uma rocha que consolida a temperaturas elevadas e, por isso, é constituído essencialmente por minerais ferromagnesianos e plagioclasses cálcicas que são os minerais que têm temperatura de consolidação mais elevada.
Vemos as composições minerológicas de um diorito, que são as anfíbolas, biotite e plagioclases sódicas.
Podemos ver os factos que constituem a ocupação do espaço deixado pelos restantes minerais que constituem as rochas magmáticas com quartzo, sabendo-se que é o último mineral a cristalizar e, por esse motivo, ocupa o espaço deixado pelos outros minerais já cristalizados.
Actualmente, pensa-se que o processo de diferenciação é bem mais complexo do que anteriormente se admitia:
-- Os magmas não arrefecem uniformemente. Podem existir transitoriamente diferenças de temperatura dentro da câmara magmática, podendo causar variações locais da composição do magma.
-- Alguns magmas são imiscíveis, não se misturam com outros.Quando tais magmas coexistem na mesma câmara magmática, cada um forma os seus cristais.
-- Magmas imiscíveis podem dar origem a cristais diferentes daqueles que dariam isoladamente.
-- Os magmas, ao consolidarem, podem assimilar materiais das rochas encaixantes que modificam a sua composição.

Diversidade das Rochas Magmáticas -- Observar uma rocha com precisão exige. na maioria das vezes, a utilização do microscópio, o qual permite a observação dos minerais que constituem uma rocha menor. Cda grão mantém uma certa independência relativamente aos restantes.
Embora as rochas sejam constituidas por minerais transparentes, a mior parte não se deixa atravessar pela luz. Para uma observação microscópica, a amostra preparada tem que ser suficientemente fina para ser transparente. Esse trabalho consta de várias etapas. Como demonstra a seguinte imagem.

A observação da lâmina permite que os minerais sejam caracterizados na forma e na dimensão de forma detalhada, ou seja, caracterizar a textura das rochas, assim como detalhar a sua composição mineralógica. As rochas magmáticas podem apresentar grande diversidade de aspectos em consequência de diferentes condições de génese e também da diversidade que as originaram.

Este próximo quadro representa as famílias das rochas magmáticas.

Neste quadro encontramos a família de rochas mais rica em quartzo, que é a família do granito.

Podemos ver em que limites pode variar a percentagem de quartzo no granito, que é de 15 a 4%.

Temos a distinção da família do gabro, sobre as restantes famílias, sendo que a cor escura, a presença de plagiocjases ricas em cálcio, piroxenas e a existência de anfíbola e olivina.

Temos aqui demonstrado os riólitos que são rochas com composição identica à do granito, mas com texturas diferentes.

E explica o porquê de os basaltos tenham uma cor mais escura do que os granitos, deve-se à presença de maior quantidade de minerais ferromagnesianos.

Conclusão:

Neste trabalho tentei demonstrar o que são rochas magmáticas e como se formam.

Sabe-se que grande parte dos magmas origina-se em fronteiras de placas litosféricas.

A presença de água facilita a formação de magmas.

Nos riftes e nos pontos quentesdá-se a extrusão de magmas basálticos.

Os magmas andesíticos formam-se nas zonas de subdução de placas oceânicas sob placas continentais.

Os magmas riolíticos são formados, a partir da fusão da crusta continental, em zonas de colisão de placas.

Os magmas são misturas em estado de fusão constituídas por substâncias minerais diferentes com pontos de solidificação diferentes.

A génese dos minerais dá-se segundo uma ordem definida , da qual resulta uma diferenciação magmática.

Primeiro consolidam os minerais de ponto de fusão mais elevado e depois os de ponto de fusão mais baixo.

Bibliografia:

Material retirado do livro "Terra, Universo de Vida". Geologia 11º

Imagens:

-- 1. http://www.arikah.net/commons/en/8/82/Puu_oo.jpg

-- 2, 3, 4, 5, 6, 7. Do Livro.

Metamorfismo





Introdução
Metamorfismo
-Metamorfismo e a transformação de rochas existentes na crosta terrestre por acção de agentes de metamorfismo como calor, pressão e acções de difusão (metassomatose). O metamorfismo pode ser regional ou de contacto, o regional abrange extensas zonas da crosta terrestre e esta associado aos processos tectónicos relacionados com a formação de cadeias montanhosas, quer em zonas de colisão de placas continentais, quer em zonas de subducção e o de contacto está associado à instalação de massas magmáticas na crosta terrestre, criando nas rochas adjacentes à intrusão alterações mineralógicas e estruturais.

Objectivos
-Comentar sobre a formação das rochas metamorficas.
-Falar sobre a pressão e a temperatura.
-Mostrar a diversidade das rochas metamorficas.
-O que ocorre para a deformação das rochas.
-Quais os factores de metamorfismo.
-E os tipos de metamorfismo.

Desenvolvimento

-A formação das rochas metamorficas.
-A natureza de uma rocha metamórfica depende da rocha inicial e das condições da sua transformação. Assim, uma rocha sedimentar silicosa (arenito, radiolarito,etc.) é transformada em quartzito, rica em quartzo. Um calcário, rocha carbonatada,é transformado em mármore,rocha rica em calcite. A natureza e a dimensão dos minerais que são formados também dependem da intensidade do metamorfismo.



- A pressão e a temperatura.

-Quando as rochas estão sujeitas a condições de pressão e calor diferentes de sua formação, são transformadas e ficam metamorfisadas. Conservando geralmernte a composição quimica inicial, os minerais constituintes são substituídos por minerais novos, em equilibrio com as novas condições de pressão e temperatura, o que lhes dá um aspecto por vezes totalmente diferentes.

-Mostrar a diversidades das rochas metamorficas.

-As rochas metamorficas ao sofrerem os efeitos de pressão e temperatura se transformam exemplos temos a Ardósia que se origina do clorite, o Filito que se origina do moscovite, Micaxistose origina do biotite e a mica. Temos minerais caracteristicos do metamorfismo como: Granada, Andaluzite, Epídoto, Silimanite, Estaurolite, Cordierite. Quando os minerais são submetidos a pressão e temperaturas controladas o mineral se transforma em cada uma dessas rochas.

-O que ocorre para a deformação das rochas.

-A determinada condições termodinâmicas pode ocorrer a deformação das rochas o que corresponde uma fácies metamórfica, caracterizada por uma associação mineral constante para a composição química e condições termodinâmicas a que esta sujeita. A série de fácies metamórficas que caracteriza uma região depende da relação temperatura/pressão que reflecte o contexto geotectónico fazendo que ocorra ou não a deformação das rochas.

-Quais os factores de metamorfismo.

-Os factores de metamorfismo dependem das associações minerais das rochas metamórficas, por um lado, da composição inicial e, por outro, da pressão estatica e dinâmica, e calor que sobre ela e exercida. De maneira geral, o grau de metamorfismo aumenta com a profundidade, ou seja, com a pressão e calor ali desenvolvidos.

-Os tipos de metamorfismo.
-Os tipos de metamorfismo pode estar ligado as condições locais, por ex. o metamorfismo de contacto provocado pelo contacto com uma intrusão magmática. Ouro tipo de metamorfismo afecta vastas extensões da crosta terrestre, está relacionado com condicionamentos térmicos e mecânicos da orogénese (metamorfismo regional). A transformação das rochas e puramente mecânica ou traduz-se pela crisatalização de novos minerais, estáveis nas condições novas, que substituem os antigos. Daí resulta uma modificação na textura, por vezes acompanhada do desnvolvimento de xistosidade.Neste caso, em geral, a composição química original é conservada.

Conclusão

-Para a formação do planeta ocorreu grandes erupções transformações e o metamorfismo foi uma dessas que ocorreu no planeta. O metamorfismo que exerce nas rochas calor, pressão e transformações em minerais que antes não tinha tanto,valor origina minerais raros como quartzo, granada etc. Tais minerais são de grande necessidade para o nosso bem estar, nos proporcionando diversas utilidades para o nosso seu uso nas mais diversas áreas.

Bibliografia
Nova enciclopédia Larrousse 1994 círculo de leitores e larrousse para a primeira edição 2001 círculo de leitores,S.A e Larrousse VUEF para a primeira edição vol.15
Terra, Univeso de Vida. 2º parte geologia Porto editora. Autores Amparo dias da Silva, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos, Almira Fernandes Mesquita, Ludovina Baldaia, José Mário Félix.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Rochas Sedimentares

Introdução
As rochas sedimentares ocupam cerca de 3/4 da Terra (sendo o resto ocupado por rochas magmáticas e metamórficas) e constituem continentes e fundos oceânicos, dado o método da sua génese e dos fósseis por vezes contidos nos seus estratos, o estudo destas rochas pode trazer à luz informações históricas sobre o nosso planeta.
Objectivos
- Estabelecer o conhecimento sobre a génese das rochas sedimentares;
- Indicar a Diversidade das rochas sedimentares assim como o método de classificação;
- Analisar o papel que estas rochas têm como arquivos históricos da Terra.
Desenvolvimento
Rochas Sedimentares: são rochas formadas pela deposição de materiais provenientes de outras rochas preexistentes ou de materiais originados pela actividade de seres vivos. Os materiais, depois de depositados são geralmente compactados e ligados.fig1:exemplo de rochas sedimentares in:http://www.geopor.pt/gne/GIFS/sed.gif
Formação das Rochas Sedimentares:
Meteorização:
Esta é a primeira fase na génese das rochas sedimentares, sendo que todas as rochas que se encontram à superfície sujeitas a condições de pressão e temperatura aquém das da sua formação. Condições essas que, ao interagirem com a atmosfera biosfera e hidrosfera, provocam alterações físicas e químicas nas rochas.
As transformações químicas sofridas pelas rochas estão associadas à destruição dos minerais originais e à formação de novos. Os processos de meteorização química mais comuns são:
- Hidrólise: é uma reacção química de quebra de uma molécula por água;
- Oxidação: resulta da reacção do oxigénio atmosférico, também ele presente dissolvido na água juntamente com minerais formados em ambiente redutor;
- Dissolução: resulta da acção da água enquanto solvente, em que deixa marcas em regiões de rochas particularmente solúveis como calcários.
Já a meteorização física processa-se da seguinte forma:
As rochas formadas em profundidade, por erosão da cobertura, vão-se aproximando da superfície, o que provoca o aparecimento de fracturas que costumam ser paralelas à superfície topográfica.
O desenvolvimento das raízes das plantas também condiciona a fragmentação de rochas.
A termoclastia é um fenómeno que consiste na fracturação, aquando os minerais constituintes se dilatam por consequência de um aquecimento diferencial da superfície e interior das rochas, isto acontece devido à acção directa da temperatura atmosférica sobre rochas.

Sedimentação:
Os materiais rochosos que se fragmentaram são posteriormente transportados por acção do vento, da gravidade, ou da água, até locais onde se depositarão e posteriormente outros detritos se vão acumulando nesses mesmos locais.

Diagénese:

A passagem dos sedimentos a rochas sedimentares dá-se através das seguintes etapas:
- Desidratação;
- Compactação;
- Cimentação;
As substâncias transportadas pela água ocupam os espaços vazios por entre os sedimentos e promovem a sua consolidação.
Por acção da pressão (ou tensão) litostática, os sedimentos vão-se aproximando cada vez mais uns dos outros, o que faz com que a água que preenchia os poros seja expulsa. As substâncias deixadas pela água entre os sedimentos fazem-nos ganhar coerência, transformando-os em rochas sedimentares.fig2: processos intervenientes na formação de uma rocha sedimentar. in:http://www.esec-odivelas.rcts.pt/BioGeo/Fig4.jpg
Tipos de Rochas Sedimentares
Atendendo à sua origem podemos classificar as rochas sedimetnares em três tipos:
- Detríticas: formadas a partir de fragmentos originários de rochas pré-existentes (cerca de 85% a 90% das rochas sedimentares existentes). Exemplo: arenitos;fig3: um arenito. in:http://www.arikah.net/commons/en/thumb/a/a6/250px-LionHeadSandstone.jpg
- Quimiogénicas: formadas a partir de fragmentos que resultaram da precipitação de algumas substâncias dissolvidas na água. Exemplo: gesso;fig4: sal. in:http://www.iep.uminho.pt/aac/sm/a2005/elisa/images/sal.JPG
- Biogénicas: formadas a partir de fragmentos resultantes da actividade dos seres vivos ou produzidas pelos seres vivos. Exemplo: rochas calcárias recifais.
Os sedimentos que não foram sujeitos a diagénese considera-se como sendo rochas sedimentares detríticas não-consolidadas e destinguem-se pela sua granulometria. Exemplo: Areias.
Da consolidação desses materiais resultam naquilo em que chamamos rochas sedimentares detríticas consolidadas), em que a sua designação varia de acordo com a dimensão dos sedimentos constituíntes. Exemplo: Arenitos, Siltitos.
A água também transporta sais resultantes da dissolução das rochas que podem precipitar quando a sua concentração ultrapassa um determinado limite. Exemplo: Gesso, Sal-Gema.
Os calcários podem formar-se por sobressaturação de soluções aquosas ricas em carbonato de cálcio, o dióxido de carbono misturado na solução aquosa liberta-se, o que leva à precipitação dos sais calcários. A grande maioria das rochas calcárias são de origem marinha.
Apesar de a maioria das rochas calcárias ser de origem biogénica, a formação desses calcários passa pela precipitação de substâncias dissolvidas na água, o que indica um carácter quimiogénico.
Os combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo, têm também origem orgânica. O carvão tem origem na transformação de restos vegetais enquanto que o petróleo deriva de microrganismos planctónicos. Para qualquer dos casos, os restos orgânicos têm de ser inicialmente protegidos do contacto com o oxigénio.
A retenção de petróleo origina jazigos com condições geológicas específicas que correspondem a diversos tipos de armadilhas petroliferas.
Fósseis
A presença de fósseis é característico deste tipo de rochas, apesar de não se excluírem também a outros tipos.
São diversos os processos de fossilização, entre os quais o mais frequente seja a mineralização. Neste processo as partes duras do ser vivo mudam a sua composição mineralógica ou são impregnadas por sais dissolvidos nas águas contidas nos sedimentos.
Na incrustação o fóssil fica simplesmente coberto por uma capa mineralizada.
A conservação restringe-se a um determinado tipo de fósseis, neste caso fósseis dos quais se conservou a composição dos materiais originais.
As marcas deixadas pelos seres vivos nas rochas também são consideradas como sendo fósseis. Tais marcas resultam de um processo denominado moldagem que corresponde ao tipo de fósseis encontrado na maioria. Os moldes internos e os moldes externos reproduzem a respectiva morfologia (interna ou externa) de organismos ou partes deles. Desta categoria fazem ainda parte as marcas resultantes da actividade de seres vivos, tal é denominado de icnofósseis.
fig5: fóssil de uma trilobite. in:http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/fosseis/trilo1.jpg
Interesse Científico dos Fósseis:
A Geologia utiliza os fósseis como meio de reconstituição de paleoambientes (ambientes antigos) e para a geocronologia, onde são usados na datação das rochas e de acontecimentos geológicos, mas nem todos os fósseis possuem utilidade ambígua, alguns são fósseis de fácies e outros de idade (muito importantes pois dada a sua breve passagem pela Terra ajudam a caracterizar a idade das rochas onde fossilizaram). Os primeiros identificam os ambientes de formação das rochas em que se encontram, nomeadamente a profundiddade, a temperatura, a luminusidade, a energia, a oxigenação e a salinidade, que são características ambientais vivídas por esses seres vivos.
Os fósseis de fácies são esclarecedores no que toca aos ambientes de formação das rochas sedimentares, dos quais se dividem em três categorias principais:
- Marinhos (ex:Neríticos ou de plataforma continetal);
- Continentais (ex:Fluviais, Lacustres, etc);
- Transição (Deltaicos, Estuarinos, etc).
Geocronologia
"As causas que no passado provocaram as alterações na Terra são as mesmas que se verificam e se observam actualmente"

A datação de rochas e de acontecimentos geológicos pode fazer-se em termos relativos e em termos absolutos. A geocronologia relativa restringe-se ao estabelecer relações de idade através dos conceitos de "anterior", "posterior" e "contemporâneo", apenas pode indicar épocas ou eras.
Trabalha na base com os seguintes princípios:
- princípio da sobreposição: numa sequência estratigráfica, um determinado estrato é mais antigo do que aquele que se encontra por cima (não é válido aquando acontecimentos de inversão estratigráfica);
- princípio da intersecção: qualquer entidade geológica que intersecte outra lhe é posterior;
- princípio da inclusão: as rochas cujos fragmentos se encontram dentro de outra são mais antigas do que ela;
- princípio da continuidade lateral: um estrato que tem a mesma idade em toda a sua extensão;
- princípio da identidade paleontológica: conjuntos de estratos com o mesmo conteúdo fossilifero são da mesma idade (condição que serve de base ao estabelecer-se correlações estratigráficas).
A geneocronologia absoluta determina, como o próprio nome indica, idades absolutas através da aplicação de métodos radiométricos e geralmente são expressas em milhares ou milhões de anos.
Geoistória
Através dos diversos métodos geocronológicos foi possivel a construção de uma escala do tempo geológico, em que as divisões usadas são em função de acontecimentos marcantes na história da Terra. A importância desses acontecimentos está reflectida na hierarquia da escala, de tal forma que os acontecimentos principais limitam as maiores divisões do calendário geológico.

Foi possível determinar que há cerca de 65 milhões de anos houve uma grande crise ecológica global que resultou na extinção da maioria das espécies existentes (cerca de 80%).

Conclusão
- Alguns minerais das rochas sedimentares formam-se por meteorização química de outros que se instabilizaram devidoàs interacções com a hidrosfera, a atmosfera e a biosfera;
- A meteorização das rochas, tanto química, como física, origina sedimentos que juntamente com os restos orgânicos, farão parte das rochas sedimentares, no seguimento dos processos de erosão, transporte, sedimentação e diagénese;
- As rochas sedimentares podem classificar-se em três grandes grupos: rochas detríticas, quimiogénicas e biogénicas;
- Os fósseis permitem reconstituir a história da evolução biológica, alguns caracterizam o ambiente em que as rochas se formaram (fósseis de fácies) e outros permitem a datação das rochas (fósseis de idade);
- Além do recurso aos fósseis, a geocronologia relativa vale-se de um conjunto de princípios simples baseados, em boa parte, na análise geométrica (princípio da sobreposição, intersecção, etc);
- A geocronologia absoluta permite a datação absoluta das rochas, expressas em anos, a partir de métodos radiométricos.
Bibliografia
Terra, Universo de Vida 2º parte Geologia- Biologia e geologia- 11º ou 12º (ano2) Amparo Dias da Silva/Fernanda Gramaxo/ Maria Ermelinda Santos/ Almira Fernandes Mesquita/ Ludovina Baldaia/ José Mário Félix/ Porto editora execução gráfica 2006 - Toda a matéria
http://biogeociencias.blogspot.com/2007/04/classificao-das-rochas-sedimentares.html - classificação das rochas sedimentares

Rochas Sedimentares

Plano de Trabalho

Introdução
Um pequeno texto sobre a quantidade de rochas sedimentares na Terra e o seu potencial como arquivos históricos
Objectivos
Uma lista de tópicos que pretendo explorar e analisar
Desenvolvimento
- Formação das rochas sedimentares;
- Diversidade das rochas sedimentares: classificação e etc;
- Arquivos históricos da Terra.
Conclusão
Uma resposta em forma de resumo aos tópicos propostos
Bibliografia
Terra, Universo de Vida 2º parte Geologia- Biologia e geologia- 11º ou 12º (ano2) Amparo Dias da Silva/Fernanda Gramaxo/ Maria Ermelinda Santos/ Almira Fernandes Mesquita/ Ludovina Baldaia/ José Mário Félix/ Porto editora execução gráfica 2006 - Toda a matéria
http://biogeociencias.blogspot.com/2007/04/classificao-das-rochas-sedimentares.html - classificação das rochas sedimentares

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Trabalho de geologia Ocupação Antrópica e Problemas de ordenamento

Tema: Ocupação Antrópica e Problemas de Ordenamento

Subtema: Zonas de vertente- Perigos Naturais e Antrópicos

Intodução
Ao falarmos de zona de vertente podemos dizer que são locais de desnível da topografia terrestre, as zonas de vertente podem ter um declive mais ou menos acentuado encontrando-se muito exposta à acção intensa rápida. Mas os perigos naturais e antrópicos ocorrem na terra desde a sua formação, como os sismos e as erupções vulcânicas fazem parte do normal funcionamento do nosso planeta. Com o crescimento da população e a ocupação desordenada de diversas áreas agrava os riscos naturais e impõe a necessidade de um ordenamento eficaz do território. Neste trabalho vou mostrar atráves dos objectivos no qual a geologia pode ser um grande contribuinte para mostrar as medidas e soluções para os problemas em geral.

Objectivos
- Como fazer a prevenção de riscos geologicos?
- Como fazer o ordenamento do território para evitar riscos?
- Como fazer a gestão de recursos ambientais?
- A importância da educação ambiental.
- Que causas e que consequências dos movimentos em massa?
- Que soluções adoptar para a prevenção de movimentos em massamo ?

Desenvolvimento
- Como fazer a prevenção de riscos geologicos?
Deve-se familiarizar-se com o terreno à sua volta prestando atenção as áreas limitrofes das zonas que costuma frequentar, procurando sinais de actividade geomorfologica recente. Muitas vezes podem-se registrar alguns sinais de instabilidade lenta, tais como: Fendas no chão, aumento da inclinação de arvores, queda sistematica de pequenos blocos em certas zonas em regra geral, locais onde possa ocorrerem movimentos de vertente definem zonas de maior susceptibilidade.

-Como fazer ordenamento do território para evitar riscos?
O território a ser ordenado faz parte de uma cidade ou jurisdição e para cada região existe um plano de ordenamento territorial. Sendo assim o ordenamento do território depende de pesquisar uma melhor repartição geografica das actividades ecônomicas em função dos recursos naturais de modo que o planeamento de toda as acções desenvolvidas no território não possa causar riscos no decorrer do tempo.

-Como fazer a gestão de recursos ambientais?
E a administração do exercício de actividades ecônomicas e sociais de forma a utilizar de maneira racional os recursos naturais renováveis ou não. A gestão ambiental deve visar o uso de práticas que garantam a conservação e preservação da biodiversidade a reciclagem de matérias primas e a redução do impacto ambiental das actividades humanas sobre os recursos naturais. Fazem parte também dos conhecimentos associados a gestão ambiental técnicas para a recuperação de areas degradadas, técnicas de reflorestamento, métodos para a exploração sustentável de recursos naturais, e o estudo de riscos e impactos ambientais para a avaliação de novos empreendimentos ou ampliação de actividades produtivas e imobiliarias.

-Que soluções adoptar para a prevenção de movimentos em massa?
Em zonas de vertente pode-se criar vários obstáculos para evitar desmoronamentos ou situações de riscos como por exemplo:
Um muro de suporte com drenagem(saída de água) do terreno para evitar a probabilidade de deslizamento de terreno.
Pressagem das camadas, pregagens das camadas ao nível rochoso estável. A vegetação nas zonas de vertente e fator de proteção onde consegue absorver o impacto das chuvas de grande intensidade e conservar a vegetação e um factor de prevenção. Fazer barreiras naturais com grandes blocos de pedras ou proteções de concreto evitam deslizamentos e movimentos de massa.

-Que causas e que consequências do movimento em massa?
Há varios condicionantes dos movimentos em massa como o clima e a vegetação o clima relaciona com a precipitação e suas consequências sobre os processos morfogeneticos. A elevada humidade provoca a saturação de água no solo que por sua vez favorece os movimentos de massa. A intensidade de água dada em mm/hora pode causar a erosão que por sua vez desagregação de material como solo ou rocha com uma precipitação de água das chuvas prolongadas a infiltração e contínua o que satura o solo. Reduzindo a coesão do material da vertente e a resistencia desse material a erosão.

-A importância de educação ambiental.
E necessário instruir, formar o espirito desenvolver uma maneira que seja recíprocas as relações do ser humano com o ambiente por isso a importância da educação ambiental. Por em prática essa educação tem que ser permanente prestada ao individuo que deve perceber o meio onde vive, por isso deve ter noção dos espaços a serem construidos, vegetação e o solo ao seu redor. As zonas de vertente são locais de desnível da topografia terrestre, e encontra-se muita exposta à acção intensa e rápida como as chuvas de grande intensidade pode causar muitos movimentos de massa. O clima no planeta esta a sofrer um transformação na qual pode ter uma crise ambiental e o reconhecimento de um facto de na maior parte dos casos as suas causas residirem nos comportamentos individuais parte consideravel do esforço dos investigadores nesta area tem traduzido no sentido de mudança de atitudes e comportamentos.

Conclusão

As zonas de vertente são áreas de solos que podem ser afectados ora por chuvas de grande intensidade, ou por ocupações sem estudo prévio ou até mesmo por remoções indevidas do solo ao seu redor. A população cresce em números cada vez maiores e necessita ocupar áreas antes que eram florestas, áreas de proteção ambiental, ou áreas que antes tinha uma vegetação que as protegiam de movimentos de massa, sismos, terremotos. Que podem também afectar estas áreas, a educação ambiental, a prevenção de riscos contribui para evitar as degradações destas áreas. O clima no planeta esta a sofrer grandes alterações o que implica em mudanças nas quais todos desde os seres vivos, os oceanos, as camadas que protegem a terra do sol e os solos que compõem o planeta ocorrerá transformações inevitáveis e as zonas de vertente será uma dessas áreas por serem áreas de declive topográfico. A geologia será um grande contribuinte para as gerações futuras que atráves de uma educação ambiental e um estudo prévio das áreas a serem ocupadas poderão sentir menos essas consequências.

Bibliografia

http://www.mestrado/ urbanismo. net/textos refhtm
enciclopedia delta larrousse 1994 circulo de leitores e larrousse para a primeira ediçao2001 de leitores.
http://www.ipa.ptartigos/artigos2.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/gestÃ:mbiental
http://www.cvarg.azoresgov.pt/cvarg.7centro de vulcanologia/perigos geologicos/mimizarperigo.htm

http://2.bp.blogspot.com/_tMKGqO0UjQ0/R8S3-gytAYI/AAAAAAAAAGs/4Szi3-zpkHM/s1600-h/IMG_0091.JPG Imagem N.1

http://1.bp.blogspot.com/_tMKGqO0UjQ0/R8S2_QytAWI/AAAAAAAAAGc/k23PClBwZ9k/s1600-h/IMG_0071.JPG Imagem N.2

http://4.bp.blogspot.com/_tMKGqO0UjQ0/R8S2sAytAVI/AAAAAAAAAGU/c6ph0u2Xb2o/s1600-h/IMG_0047.JPG Imagem N.3

Terra, Universo de Vida 2º parte Geologia- Biologia e geologia- 11º ou 12º (ano2) Amparo Dias da Silva/Fernanda Gramaxo/ Maria Ermelinda Santos/ Almira Fernandes Mesquita/ Ludovina Baldaia/ José Mário Félix/ Porto editora execução gráfica 2006





terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território

Sub-Tema:
Zonas Costeiras (Análise de uma situação problema).
Introdução:
-Grandes zonas da superfície terrestre foram ocupadas pelo Homem, tendo as paisagens naturais experimentado grandes mudanças. A Terra apresenta 2/3 da sua superficie ocupada pelo mar. A energia mecânica das ondas, das correntes e das marés é um importante factor modelador sobretudo das faixas costeiras das áreas continentais.
Objectivos:
1. O que são Zonas Costeiras?
2. Reconhecimento das Formas de Erosão numa zona costeiras.
3. Reconhecimento das Formas de Deposição.
4. Evolução do Litoral e suas causas.
5. Medidas de protecção:
6. Ordenamento do Litoral:
7. Ordenamento do Território:
8. Riscos Geológicos:
Desenvolvimento:
Zonas Costeiras:
- As zonas costeiras constituem ecossistemas únicas e irreconstituíveis à escala humana, resultantes de uma longa evolução, de muito milhões de anos.
- É a zona de transição entre o dominio continental e o dominio marinho.
- É uma faixa complexa, dinâmica, mutável e sujeita a vários processos geológicos.
- A movimentação das ondas, as correntes e as marés são os grandes fabricantes das zonas costeiras.
- Cujo o seu resultado são duas formas, a de Erosão e Deposição.
Formas de Erosão:
- São o resultado do desgaste provocado pelo impacto do movimento das ondes sobre a costa.
- Ao desgaste provocado pelo mar tem o nome de Abrasão Marinha.
- Sendo que esses efeitos são mais detectados em costas altas e escarpadas, que se chamam Arribas.
- Esta abrasão ocorre na base da arriba, escavando e provocando a queda de detritos que se acumulam nas zonas mais baixas, originando uma superficie situada entre marés e chamam-se de Plataformas de Abrasão.
- Também temos outras formas de erosão como a Arriba Fossil que consiste em zonas altas e escarpadas que, já não são modificadas pelas águas do mar, sendo que já não sofre de abrasão marinha.
- Temos o Cabo, designado de acidente geográfico formado por uma massa de terra que se estende por um oceano ou mar que lhe está adjacente.
- Para terminar temos as Baías que são consideradas uma porção de mar ou oceano rodeadas por terra, ao contrário do cabo.
Formas de Deposição:
- Têm origem em materiais arrancadas pelo mar ou por materiais transportados pelos rios que se depositam quando as condições ambientais o propiciam.
- Podendo estes materiais formar diversas formas como as Praias, Ilhas-Barreiras, como exemplo as ilhas da Costa de Faro.
- Sendo que o dinamismo caracteristico das zonas costeiras resulta em uma constante evolução destas áreas. - Algumas formas modificam-se, mudam de posição, umas desaparecem e outras aparecem.
- Para finalizar falta-nos falar de mais três tipos de formas de deposição, para proseguir temos a, Restinga que é um terreno arenoso e salino, proximo ao mar e coberto de plantas hérbaceas.
- Também temos a Laguna que denominada como sendo uma depressão formada por água salobra ou salgada, comunicando-se com o mar atravéz de canais, formando-se uma espécie de "quase-lago" de água salgada.
- Para finalizar temos o Tômbolo, que é uma forma do litoral que resulta da acumulação de materiais que originam um cordão que une o continente a uma pequena ilha.
Evolução do Litoral e suas causas:
- Os litorais são sistemas extremamentes complexos.
- A evolução do nível médio do mar e da linha da costa desde o último máximo glaciário até à actualidade, em Portugal, é ainda mal conhecida nos aspectos de promenor, verificando-se também na maioria das zonas costeiras mundiais.
- Tem como definição uma interface multipla entre a geosfera, a hidrosfera, a atmosfera e a biosfera.
- Os litorais arenosos oceânicos, por serem inóspitos, a sua ocupação por parte do Homem, só se visualizou significamente a partir do século 19, e com mais preponderância na segunda metade do século 20.
- Desde que o nível médio do mar atingiu mais ou menos a cota actual, que foi há mais de 3 mil anos, que a linha da costa apresenta tendência para migrar em direcção ao oceano, sendo que a linha da costa apresentou tendência para migrar em direcção ao continente.
- Tendo como causas, a ocupação intensiva da zona costeira, a grande redução do fornecimento sedimentar ao litoral, o grande aumento do nível do mar, e a degradação antropogénica das estruturas naturais.
Medidas de Protecção:
- Para haver uma protecção é necessário a elaboração de planos de ordenamento da faixa costeira, incluindo a recuperação das dunas, a estabilização das arribas, a construção de esporões e de paredões de protecção das praias, a alimentação artificial das praias, assim como a proibição de construção nas áreas de risco.
Ordenamento do Litoral:
- O Litoral Português constitui uma zona de várias potencialidades, sendo imprescindivel como espaço lúdico, quer como espaço gerador de riqueza.
- Sendo considerada como uma área muíto frágil, e quando os seus potenciais são degradados dificilmente se consegue a sua recuperação.
- Cerca de 76% da nossa população está a habitar o nosso litoral, 29% da costa está ocupada com habitações, turismo, industria e áreas portuárias.
- Sendo que em um caso especifico e muito presente, como a zona costeira da Costa da Caparica, que o crescimento do nível do mar, fez-se notar ao ponto de ter estado em conflito com construções feitas artificialmente pelo Homem.
- As acções que acabariam por proteger a nossa costa e as propriedades ai existentes de forma eficaz, são a tentativa de reconstituição da zona litoral e a ampliação dos volumes de areal nessas zonas.
- Devido ao grande número de problemas, é necessário arranjar-se formas de solucionar estes problemas, como exemplo a criação de legislações adequadas; arranjar acções de sensibilização ambiental; começar o tratamento dos efluentes e possivelmente uma das melhores formas de protecção do litoral que é a participação mais activa da população.
- Podemos por estas formas, olucionar vários problemas do nosso litoral.
Ordenamento do Território:
- É considerado uma cooperação entre o Homem e o espaço natural.
- Consistindo no planeamento das ocupações, no aproveitamento das infra-estruturas existentes e na preservação dos recursos limitados.
- Também é considerado como um estudo detalhado de um território, para se ficar a conhecer as suas caracteristicas, sendo que esse estudo contistuirá para a elaboração de um plano, cuja sua finalidade é o bom aproveitamento do potencial desse território.
Riscos Geológicos:
- Devido ao aumento demográfico e ao êxodo rural, a pressão do Homem sobre a natureza tem vindo a aumentar ao longo dos anos.
- Habitações em cima de dunas, estradas marginais aos rios e à beira-mar, cidades nas bases dos vulcões e de falhas activas, os diques que retiram área ao mar, são situações perigosas e de alto risco para as populações.
- Acontecendo por vezes, devido a estas situações, a ocorrência de trágicos acontecimentos da natureza, levando vidas, bens e muito mais coisas sem dar qualquer indicio de riscos.
- Os riscos geológicos internos devem-se às áreas limites das placas tectónicas, onde o impacto é maior caso exista uma grande densidade populacional nas respéctivas áreas de alto risco.
- Sendo que hoje em dia, maremotos, sismos, tsunamis, erupções vulcanicas, etc, estas catástrofes não podendo ser evitadas, podem sim, ser previstas cada vez com mais exatidão, e tomar medidas de prevenção de modo a se puder salvar vidas e evitar elevados custos económicos.
- Os riscos geológicos externos são as inundações, mostrando o aumento do nível da água nos rios e ribeiros, sendo estas zonas muitas vezes utilizadas para cultivo, quando, irresponsávelmente, se transformam em zonas habitacionais, acrescentam um grande perigo para essas populações.
- Os casos dos residuos , como os frigorificos, mobiliário, etc, que são depositados para rios e ribeiras é outra das razões para um grande risco geológico.
- Ao retirar toda a cobertura vegetal ao solo, também poderá ocorrer deslizamentos de terras e também é um perigo para as populações.
Conclusão:
- Neste trabalho podemos concluir que as zonas costeiras são zonas com várias potencialidades, quer para espaços lúdicos, como forma de gerar riquezas.
- Claro que se abusar-mos dos seus potenciais, não se conseguirá facilmente recuperar os mesmos.
- Também se tenta demonstrar, o aumento do nível do mar como uma das principais causas do desaparecimento das zonas costeiras.
-Demonstra-se como o envolvimento do Homem tanto pode ser perigoso, como a sua tecnologia pode ser indespensável para a sua preservação
- Acompreenção aprofundada dos processos fisicos que actuam em zonas costeiras permite uma gestão mais racional deste património natural, potencialmente rico mas sempre muito sensivel.
- Por fim resta dizer que esta zona é muito sensivel e tento apelar a todos os que leiam este trabalho que a tentem preservar, para assim podermos disfrotá-la.
Bibliografia:
http://www.geota.pt/coastwatch/cw_portugal/olitoral.html Causas da Evolução do Litoral e Ordenamento do Litoral

Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território

Introdução
Visa-se com este trabalho esclarecer determinados pontos relacionados com a Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território.

É um assunto de caractér ambiental, sobre o qual me irei restringir mais sobre as bacias hidrográficas, a sua importância e impacto no mundo em que vivemos.

Objectivos
Ficar a conhecer o que é:
- bacia e rede hidrográfica;

- leito e leito de cheia;
- perfil transversal;
- erosão, transporte e deposição;
- ordenamento do território;
- risco geológico.

Reconhecer:

- importância das bacias hidrográficas na hidrologia, ecologia e gestão de recursos.
Reconhecer as contribuições da geologia nas áreas da:
- prevenção de riscos geológicos;
- ordenamento do território;
- gestão de recursos ambientais e educação ambiental.
Reconhecer os perigos da construção em leitos de cheia e da extracção de inertes no leito dos rios;

Desenvolvimento
Bacia Hidrográfica:
Bacia hidrográfica é uma extenção de terra onde as águas, quer das chuvas quer da neve, seguem para um corpo de água (rio, lago, estuário, mar ou oceano).A bacia hidrográfica inclui as correntes e os rios que conduzem a água assim como as superfícies terrestres por onde a água passa para esses canais. Funciona como um funil que recolhe toda a água da existente na sua área e direciona para uma via marítima. Cada bacia está separada topográficamente das outras bacias por tergos, colinas ou montanhas.

Em geografia, a maneira como fluem as águas nas bacias hidrográficas são catalogadas da seguinte maneira:

- Exorréicas: quando as águas drenam directamente para o mar;

- Endorréicas: quando as águas drenam para um lago ou mar fechado;

- Arréicas: quando as águas escoam alimentando os lençõis freáticos;

- Criptorréica: quando o rio se infiltra no solo sem alimentar lençois freáticos ou se evapora;

O estudo do ciclo hidrológico mostra-nos que a água que passa por uma sessão qualquer de um curso de água tem a sua origem na água precipitada. Por vezes, uma porção de água que entre no sistema subterrâneo que se encontra por baixo de uma bacia, pode ir parar a outra bacia, uma vez que as direcções nem sempre correspondem à rede superficial.

Denomina-se de resposta de uma bacia a maneira pela qual ocorrem variações da vazão numa determinada secção em relação à chuva. Pode-se observar o comportamento da bacia em relação a uma precipitação específica ao verificar o gráfico de vazão em função de tempo.







fig1: esquema de uma bacia hidrográfica.in:http://geoportal.no.sapo.pt/images/percursorio.jpg
Vazão: é o volume por unidade de tempo que escoa através de uma determinada secção transversal de um conduto livre.


Definição de leito: parte inferior de um vale fluvial, moldado pelo escoamento, e ao longo do qual se deriva a maior parte do caudal e dos sedimentos transportados pelo escoamento em períodos entre cheias.


Definição de leito de cheia: alargamento do leito maior de um curso de água que só é ocupado em períodos de cheias.


Perfil transversal: o perfil transversal de um rio é a linha que une as duas margens de um rio passando pelo fundo de um rio.


Importância das bacias hidrográficas em:


Hidrologia: na hidrologia, as bacias hidrográficas são um ponto focal lógico para o estudo do movimento das águas dentro do ciclo hidrológico.A medida total de precipitação de uma determinada bacia fornece dados que podem ser interpretados de variadas maneiras. Se as medidas forem muitas e igualmente distribuídas sobre uma área de precipitação uniforme, o uso da média aritmética pode trazer bons resultados.


Ecologia: as bacias hidrográficas são um importante elemento na ecologia, à medida que a água corre acima do solo, ela pode colher nutrientes, sedimentos e poluentes. Tal como a água, estes percorrem as passagens da bacia e podem afectar os processos ecológicos ao longo do caminho, assim como nos corpos de água que as recebem.


Gestão de recursos: como as bacias hidrográficas são entidades coerentes no sentido hidrológico, é comum gerir os recursos de água na base de bacias individuais.




Erosão, Transporte e Deposição:

São três os processos geológicos que ocorrem ao longo do curso dos rios:

- Erosão: é provocada pela extracção progressiva de materiais do leito das margens, sendo a pressão exercida pela água a responsável por este fenómeno, não esquecendo ainda a importância das épocas de cheias que é onde a velocidade das águas é maior. O poder erosivo de um rio será tanto maior quanto maior for o seu caudal e a inclinação do seu leito, que pode sofrer variações ao longo do percurso;

- Transporte: depois de removidos, os materiais estraídos passam a fazer parte da carga sólida do curso de água em que podem ser levados para outros locais;

- Deposição: os materiais vão sendo depositados ao longo do leito ou nas margens. Os materiais mais pesados e de maiores dimensões depositam-se mais para o lado da nascente, enquanto que os de pequenas dimensões e mais leves depositam-se próximo da foz ou são transportados para o mar. É importante a deposição de materiais nas margens na ocorrência de cheias. Os aluviões são depositos nas planicies de inundação e tronam essas zonas mais férteis.



fig2: obstrução de uma linha de água por um dos depósitos. in:http://www.cvarg.azores.gov.pt/NR/rdonlyres/CAF0AD3D-7D3C-441E-8630-31E6BAA43398/485/DSC00058.JPG

Ordenamento do Território:

Trata-se da gestão de interecção homem/espaço natural e consiste no planeamento das ocupações, potenciar do aproveitamento das infra-estruturas existentes e no assegurar da preservação de recursos límitados.

Os planos de ordenamento do territótio devem-se basear numa lógica que tenha em conta riscos geológicos de forma a alcnçar alguma estabilidade nas zonas habitadas.


Riscos Geológicos:

integra-se numa base mais abrangente denominada riscos ambientais e existem três tipos:

- Riscos Ambientais: relacionados com o meio ambiente e a sua dinâmica natural, que podem ser afectados pelas actividades humanas. Referem-se a terramotos, escorregamentos, enchentes, furacões, etc;

- Riscos Tecnológicos: relacionados com o meio ambiente antrópico e processos produtivos. Referem-se a vazamentos de produtos tóxicos, materiais explosivos, etc;

- Riscos Sociais: relacionados com o meio ambiente social e que envolvem outras actividades port parte do Homem com guerras e afins.

Existem dois processos de riscos geológicos:

- Exógeno: escorregamentos e processos correlativos, erosão e colapsos de solo;

- Endógeno: terramotos, actividades vulcâncias, "tsunamis".


Educação Ambiental:


Ramo da educação que tem por objectivo a disseminação de conhecimentos no âmbito do ambiente, de forma a ajudar na sua perservação e também a utilização sustentável de recursos. Esta educação surgiu com o crescente interesse e preocupação por parte do Homem ~face às catástrofes naturais que assolam o nosso planeta desde à décadas.

É um ramo de educação que tenata consciensalizar o Homem de que faz parte do meio ambiente e não é o centro do mundo.

"Entende-se por educação ambiental os processo por meio dos quais o indivíduo e a colectividade constroem valores socias, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem o uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade" -Art. 1º da Lei nº 9.795 de Abril de 1999-


Conclusão
Por ventura se pode estabelecer relações entre os diversos pontos que foram estudados neste trabalho:

- A bacias hidrográficas "alimentam" os rios com água originária de precipitações que ocorrem nessas áreas;

- A presença de certos elementos químicos nas águas pode levar a alterações ecológicas, tanto nos canais como nos corpos de água;

- O estudo das bacias hidrológicas pode contribuir para uma melhor gestão de recursos hidrológicos;

- Os processos de erosão, transporte e deposição são factores importants a ter em conta, especialmente na ocorrência de cheias;

- Estas afectam o território em que se encontram alterando-o morfológicamente, o que pode (por vezes) levar a catástrofes;

- A educação ambiental nas comunidades é vital para que estas possam estabelecer uma convivência com o meio ambiente em equilíbrio, desta forma pode-se minimizar os impactos de catástrofes naturais.



Bibliografia
http://en.wikipedia.org/wiki/Drainage_basin - definição de bacia hidrográfica e a sua importância;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vazão - definição de vazão
http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT/Publicacoes/Glossarios/Glossario+de+Zonas+Humidas.htm?res=1280x1024#p
- definição de leito e leito de cheia
http://66.102.9.104/search?q=cache:OrNw46-jzkQJ:recursos.malha.net/component/option,com_docman/task,doc_download/gid,582/Itemid,41/+perfil+transversal+bacias+hidrogr%C3%A1ficas&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=5&gl=pt
- perfil transversal
http://baciasa1.blogspot.com/2008/02/eroso-transporte-e-sedimentao-k.html - erosão, transporte e deposição
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacia_hidrográfica - definição de bacia hidrográfica
http://www.rededasaguas.org.br/bacia/bacia_01.asp- definição de bacia hidrográfica;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_Hidrográfica - definição de rede hidrográfica;
http://www.cvarg.azores.gov.pt/Cvarg/CentroVulcanologia/movimentosmassa/2005setfogo.htm - imagens;
http://www.eco.unicamp.br/nea/Gestao_Bacia/imagens/bacia.jpg - imagem;
http://geoportal.no.sapo.pt/images/percursorio.jpg - imagem;
http://www.ipt.br/areas/digeo/srg/riscos/ - riscos geológicos;
http://www.ipv.pt/millenium/ect7_lmfs.htm - A importância da integração dos riscos geológicos, no planeamento, no ordenamento do território;
http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./gestao/index.html&conteudo=./gestao/artigos/artigo_gestao.html - gestão ambiental;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_ambiental - educação ambiental;
http://www.feam.br/index.php?option=com_content&task=view&id=21&Itemid=70 - educação ambiental

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Plano de Trabalho

Tema: Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território
Subtema: Bacias Hidrográficas

Introdução:
Referir sucintamente aquilo que pretendo esclarecer no desenvolvimento;
Objectivos:
Reconhecer as contribuições da geologia nas áreas da:
- prevenção de riscos geológicos,
- ordenamento do território,
- gestão de recursos ambientais e educação ambiental.
Ficar a conhecer o que é:
- bacia e rede hidrográfica.
- leito e leito de cheia.
- perfil transversal.
- erosão, transporte e deposição.
- ordenamento do território
- risco geológico.
Desenvolvimento:
- Definição de bacia hidrográfica;
- A importância das bacias hidrográficas:
- em hidrologia,
- em ecologia,
- na manutenção dos recursos,
- Glossário com as definições de:
- leito e leito de cheia,
- perfil transversal,
- erosão, transporte e deposição,
- ordenamento do território,
- risco geológico;
Conclusão:
Uma resposta aos objectivos que se conseguiram concretizar;
Bibliografia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Drainage_basin - definição de bacia hidrográfica e a sua importância;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vazão - definição de vazão
http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT/Publicacoes/Glossarios/Glossario+de+Zonas+Humidas.htm?res=1280x1024#p - definição de leito e leito de cheia
http://66.102.9.104/search?q=cache:OrNw46-jzkQJ:recursos.malha.net/component/option,com_docman/task,doc_download/gid,582/Itemid,41/+perfil+transversal+bacias+hidrogr%C3%A1ficas&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=5&gl=pt - perfil transversal
http://baciasa1.blogspot.com/2008/02/eroso-transporte-e-sedimentao-k.html - erosão, transporte e deposição
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacia_hidrográfica - definição de bacia hidrográfica
http://www.rededasaguas.org.br/bacia/bacia_01.asp- definição de bacia hidrográfica; http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_Hidrográfica - definição de rede hidrográfica; http://www.cvarg.azores.gov.pt/Cvarg/CentroVulcanologia/movimentosmassa/2005setfogo.htm - imagens; http://www.eco.unicamp.br/nea/Gestao_Bacia/imagens/bacia.jpg - imagem; http://cache02.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//eb/ab/27/1186746_PQoet.jpeg - imagem; http://www.ipt.br/areas/digeo/srg/riscos/ - riscos geológicos; http://www.ipv.pt/millenium/ect7_lmfs.htm - A importância da integração dos riscos geológicos, no planeamento, no ordenamento do território; http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./gestao/index.html&conteudo=./gestao/artigos/artigo_gestao.html - gestão ambiental; http://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_ambiental - educação ambiental; http://www.feam.br/index.php?option=com_content&task=view&id=21&Itemid=70 - educação ambiental

Plano de Trabalho

Tema: Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território.
Sub Tema: Zonas Costeiras (Anàlise de uma situação problema).
Introdução:
Demonstrar a importância das zonas costeiras.
Objectivos:
1. O que são Zonas Costeiras:

1.1 - Formas de Erosão:
1.2 - Formas de Deposição:
1.3 - Evolução do Litoral e suas causas:
2. Medidas de Protecção:

3. Ordenamento do Litoral:
3.1 - Ordenamento do Território:
3.2 - Riscos Geológicos:

Desenvolvimento:
Conclusão:
Conclusão dos objectivos falados.
Bibliografia:
http://www.cientic.com/ (Tema: Ocupação Antrópica.)

Plano de trabalho - Zonas de Vertente

Plano de trabalho

Tema: Ocupação antrópica e problemas de ordenamento
Sub-tema: Zonas de vertente - perigos naturais e antrópicos


Introdução
- A pressão antrópica contribui para desequilibrar os sistemas superficiais e com aumento das populações determina maiores necessidades em superficies agrícolas e urbanas o que faz ocorrer uma ocupação desordenada, e traz inúmeros problemas destas acções. a geologia ajuda a entender os problemas e apresentar soluções, as zonas de vertente são áreas que constantemente sofrem com essas situações.

Objectivos
- Como fazer a prevenção de riscos geologicos?
- Como fazer o ordenamento do território para evitar riscos?
- Como fazer a gestão de recursos ambientais?
- A importância da educação ambiental.
- Que causas e que consequências dos movimentos em massa?
- Que soluções adoptar para a prevenção de movimentos em massa
?

Desenvolvimento

-Este trabalho se desenvolve abordando e mostrando como fazer a prevenção de riscos geologicos, mostrando o ordenamento do território para evitar riscos, como fazer a gestão de recursos ambientais, a importancia da educação ambiental para as populações, que causas e que cosequências dos movimentos em massa, as soluções para a prevenção de movimentos em massa isto vou mostrar neste trabalho atráves de imagens e algumas explicações resumidas mais bem explicitas.

Conclusão

- A ocupação desordenada de áreas que
antes era zonas desabitadas ou áreas protegidas sem um estudo de ocupação ordenado podem potenciar o aparecimento de acidentes com consequências muito graves. A geologia ajuda a prevenir e evitar essas consequências com meios e formas. Um estudo prévio das áreas a serem ocupadas ou atraves de um educação ambiental consegue evitar tais acidentes. A geologia traz soluções, precisamos e ter sabedoria para aplicar essas idéias.

Bibliografia:
http://dminas.ist.utl.pt/Geomuseu/MINGEO%20LEC2006LET/Aulas%20Teóricas%202006/OCUPAÇÃO%20ANTRÓPICA.pdf - PPT riscos geológicos
http://www.cvar.azores.gov.pt./cvarg/centrovulcanologia/perigos geologicos/mimizarperigomv.htm
Terra,Univeso de vida 2ºparte-geologia -biologia e geologia-11º ou 12º (ano2) Amparo Dias da Silva/ Fernanda Gramaxo/ Maria Ermelinda Santos/ Almira Fernandes Mesquita/ Ludovina Baldaia/ José Mário Félix/ Porto Editora execução gráfica 2006.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Trabalho Individual - definição de temas

Cláudia

Tema: Unicelularidade vs multicelularidade
• Discussão dos modelos
explicativos do aparecimento dos
organismos unicelulares
eucariontes.
• Análise de informação que permita
compreender que o aumento da
célula acarreta problemas que
determinaram a organização
colonial.
• Discussão da origem da
multicelularidade tendo em conta a
progressiva especialização
morfofisiológica dos seres
coloniais.
• Relação entre a pluricelularidade e a diferenciação celular.

Importante: • As diferenças entre seres
procariontes e eucariontes.
• A transição de procarionte para
eucarionte e de unicelularidade para
multicelularidade.
• A especialização das células dos
organismos coloniais traduz um
aumento de complexidade.
• A pluricelularidade implica uma
maior organização e diferenciação celular.
Conhecer:
Procarionte
Eucarionte
População
Modelo autogénico
Modelo endossimbiótico
Colónias

Ricardo
Tema: Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território

1.2 Zonas costeiras (Análise de uma situação-problema).

Reconhecer as contribuições da geologia nas áreas da:
- prevenção de riscos geológicos,
- ordenamento do território,
- gestão de recursos ambientais e educação ambiental.
Assumir opiniões suportadas por uma consciência ambiental com bases científicas.
Aceitar que muitos problemas podem ser abordados e explicados a partir de diferentes
pontos de vista.
Assumir atitudes de rigor e flexibilidade face a novas ideias.
Ver, na investigação científica, também, uma via importante que pode contribuir para a resolução de muitos problemas.
Assumir atitudes de defesa do património geológico.
Perceber a necessidade de o homem intervir de forma equilibrada nas zonas costeiras, isto é, respeitando a dinâmica do litoral. Conhecer as designações das formas de acumulação de sedimentos em zonas do litoral.
Conhcer:
- faixa litoral; arribas e praias.
- abrasão marinha e plataforma de abrasão.
- natureza das rochas e posição dos estratos.
- ordenamento do território.
- risco geológico.

Pedro
Tema: Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território

1.1 Bacias hidrográficas (Análise de uma situação-problema).

Reconhecer as contribuições da geologia nas áreas da:
- prevenção de riscos geológicos,
- ordenamento do território,
- gestão de recursos ambientais e educação ambiental.
Assumir opiniões suportadas por uma consciência ambiental com bases científicas.
Aceitar que muitos problemas podem ser abordados e explicados a partir de diferentes
pontos de vista.
Assumir atitudes de rigor e flexibilidade face a novas ideias.
Ver, na investigação científica, também, uma via importante que pode contribuir para a resolução de muitos problemas.
Assumir atitudes de defesa do património geológico.
Identificar e compreender os principais materiais e fenómenos geológicos para prevenir e remediar muitos dos problemas ambientais.
Reconhecer os perigos da construção em leitos de cheia e da extracçãode inertes no leito dos rios. Conhecer as designações dos diferentes troços dos rios, das fases de
evolução dos rios e dos vários tipos de estruturas fluviais.
Conhecer:
- bacia e rede hidrográfica.
- leito e leito de cheia.
- perfil transversal.
- erosão, transporte e deposição.
-ordenamento do território
- risco geológico.

Agnaldo

Tema: Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território

1.3 Zonas de vertente (Análise de uma situação-problema).

Reconhecer as contribuições da geologia nas áreas da:
- prevenção de riscos geológicos,
- ordenamento do território,
- gestão de recursos ambientais e educação ambiental.
Assumir opiniões suportadas por uma consciência ambiental com bases científicas.
Aceitar que muitos problemas podem ser abordados e explicados a partir de diferentes
pontos de vista.
Assumir atitudes de rigor e flexibilidade face a novas ideias.
Ver, na investigação científica, também, uma via importante que pode contribuir para a resolução de muitos problemas.
Assumir atitudes de defesa do património geológico.
Perceber a necessidade de não construir em zonas de risco de movimentos em massa, respeitando regras de ordenamento do território. A importância de alguns factores naturais (gravidade, tipo de rocha, pluviosidade) e antrópicos (desflorestação, construção de habitações e de vias de comunicação, saturação de terrenos por excesso de rega agrícola, ...) no desencadear de movimentos em massa.A designação e a caracterização dos diferentes tipos de movimento de materiais nas zonas de vertente.
Conhecer:
- movimentos em massa.
- transporte e deposição de sedimentos.
- ordenamento do território.
- risco geológico.

Plano de trabalho

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terça-feira, 20 de novembro de 2007

DNA e síntese de proteinas

-INTRODUÇÃO
-O DNA e a síntese de proteínas pode explicar todas as caracteristicas de cada organismo vivo e o porque de cada DNA ter suas caracteristicas específicas. Quando o bioquimíco Friedrich Miescher conseguiu isolar a substancia do DNA a qual chamou nucleína, que anos mais tarde designou-se por ácido desoxirribonucleico e que por quase um século foi ignorado por biólogos. Só que na decada de quarenta do séc. XX com trabalhos realizados pode-se ver que o DNA era o verdadeiro portador da informação genética. Atraves deste subtemas que vou mostrar no plano de trabalho vou tentar explicitar essas várias caracteristicas do DNA e as suas diferentes funções.

-OBJECTIVOS
- O Que é Universalidade e variabilidade da molécula de DNA?
- Qual é a Natureza química e estrutura do DNA?
- Como é a Replicação do DNA?
- Qual a Composição e estrutura do RNA?
- Como ocorre a biossíntese de proteínas?
- O que é Código genético? Um sistema de correspondência?
- Quais são os Mecanismos da síntese de proteínas?
- O que acontece quando há alterações do material genético?
- Como acontece o ciclo celular?
- Como é a estrutura dos cromossomas das células eucarióticas?
- As fases do ciclo celular?
- O que sera Interfase?
- O que é Fase mitótica?
- Como ocorre a Estabilidade do programa genético?
- Como ocorre Crescimento e regeneração de tecidos ?
-O porque da Diferenciação celular?

- DESENVOLVIMENTO

- No final do século XIX, o bioquimico Friedrich Miescherconseguiu isolar uma substância. O seu peso molecular era grande, no principipo chamou Nucleina depois designou Ácido desoxirribonucleico por fim tinha o DNA.
- O DNA,comparando a sua complexidade e a sua diversidade das proteínas parecia ser uma molécula muito simples com isso não se achava como poderia o DNA explicar as caracteristicas exatas de cada organismo. Só na década de quarenta do Séc. XX, após trabalhos e pesquisas com bactérias e vírus foi possível fazer essas conclusões.
- Neste subtema podemos compeender as propriedades fundamentais do DNA, e como ele se comporta na síntese de proteínas e na actividade celular.




figura 1: molécula de DNA
in:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/81/ADN_animation.gif


- UNIVERSALIDADE E VARIABILIDADE DA MOLÉCULA DE DNA
- Em vários seres vivos, os principais mecanismos com relação à molécula de DNA são análogos. Mas existe algumas diferenças entre o material genético própio dos procariontes e o dos eucariontes.
- As diferenças entre o material genético dos procariontes e os eucariontes diferencia desde da quantidade de DNA que contêm a sua informação genética, mas também à organização e a localização da molécula dentro da célula.
- Nos procariontes, por exemplo, a bactéria Escherichia colique encontra-se no hialoplasma como uma molécula circular, constitui o Nucleóide.
- Nas células eucarióticas existe um compartimento membranar e cerca de 99% do material genético esta confinado ao núcleo. Possui na parte externa o invólucro nuclear, com inúmeros poros que permitem a comunicação entre o interior do núcleo e o citoplasma. O núcleo contêm o suco nuclear ou nucleoplasma, onde se encontra o material corável, a cromatina que é feita por filamentos de DNA associados a proteínas. O termo cromossoma é utilizado para designar cada unidade morfológica e fisiológica de cromatina.

- NATUREZA QUÍMICA E ESTRUTURA DO DNA
- O ácido desoxirribonuceico esta em todas as células vivas. Por ser uma molécula biológica e universal, quando se indentificou a sua composição química e a sua estrutura foi um avanço na biologia molecular.
- No ácido desoxirribonucleico tem três constituintes:
Àcido fosfórico - confere à molécula caracteristicas ácidas.
Pentose - a desoxirribose tem esse porque possui menos um átomo de oxigénio que a ribose.
Bases azotadas: bases pirimídicas - são bases de anel simples: timina e citosina;

- REPLICAÇÃO DO DNA
- O DNA que tem a informação genética pode se autoduplicar e assegurar o património genético das células para as futuras gerações. A replicação semiconservativa da molécula do DNA ocorre uma réplica integral de cada uma das cadeias constituintes mantendo as caracteristicas da célula atráves da polimerização ordenada de nucleótidos.
figura 2: modelo de replicação semi-conservativo
in:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/08/Dna-split.png



- COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA DO RNA

- O ácido ribonucleico ou RNA pela quimica e parecido ao DNA mas apresenta diferenças. Por possuir diferenças e ser em geral de cadeia simples e suas moléculas de tamanho inferior as do DNA. O RNA contém: um grupo fosfato, uma ribose e uma base azotada que pode ser adenina, guanina, citosina ou uracilo.
figura 3: estrutura de um segmento de pré-mRNA
in:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/bd/Pre-mRNA-1ysv.JPG

EXPRESSÃO E FORMAÇÃO GENÉTICA -

Biossíntese de proteínas

- As moléculas de DNA e as moléculas de proteínas são macromoléculas sequenciadas de monomeros. No DNA os monomeros são os nucleótidos; e nas proteínas , os monómeros são os aminoácidos.

-Tanto o número e a ordem que se encontram os aminoàcidos na proteìna é muito importante pois ela define a proteìna, e a estrutura final da molècula consiste desta sequeência.

CÓDIGO GENÈTICO

Um sistema de correspondência

- O alfabeto dos genes que é constituído por quatro letras e que no começo ninguém conseguia lê-lo era um sistema de correspondência entre o DNA eo RNA. isto consiste em quatro tipos de nucleóticos, e de cerca de vinte e dois aminoàcidos de proteìnas, o código genético funciona como um dicionário que a célula utiliza quando precisa da informação genètica.

- A transferência do DNA contido na sequÊncia de nucleòticos para a linguagem das proteínas, feita na sequência dos aminoàcidos consiste na codificação de cerca de vinte e dois aminoàcidos a partir de quatro nucleòticos diferentes.

MECANISMO DA SÌNTESE DE PROTEÌNAS

- A passagem da linguagem do DNA para a linguagem das proteìnas tem duas fases principais:

  • transcrição da mensagem genètica- seguimentos de DNA codificam a produção de RNA;
  • tradução da mensagem genética- MRNA codifica aprodução de proteìnas.

- A molécula de DNA se compara a uma banda magnètica, que para exprimir as informações que contèm, precisa de um sistema de descodificação.

TRANSCRIÇÃO DA INFORMAÇÃO GENÈTICA

- Nos sistemas vivos, a primeira etapa da transferência correspondem a sìntese de RNA, a partir de uma sequÊncia de DNA que tenha informação que lhe serve de molde. Esta síntese ocorre na presença de um complexo enzimàtico chamado RNA - POLIMERASE.

- A transcrição se faz no nùcleo, onde ocorre a polimerização de ribonucleòtidos segundo a regra da complementariedade de base. A sìntese de RNA a partir de nucleòtidos livres faz no sentido cinco-para três

TRADUÇÃO DA INFORMAÇÃO GENÈTICA

- Nesse processo hà a transformação da mensagem contida no MRNA da sequência de aminoàcidos que cionstitui a cadeia polipeptìdica. Há varios intervenientes.

- De entre os intervenientes tem especial referência aos ribossomas e ao RNA de transferência. Os ribossomas são organelos que podem encontrar-se livres no hialoplasma ou associados as menbranas do retìculo endoplàsmatico MRNA.

- A biossìntese de proteìnas apresenta como características fundamentais: a complexidade, a rapidez, a amplificação que pode ser transcrita várias vezes nas moléculas de MRNA.

ALTERAÇÕES DO MATERIAL GENÈTICO

- O material genético de cada individuo não permnaece estático que em várias situações, tem alterações que algumas vezes ocorrem anomalias mais ou menos graves. Essas alterações do material genético cham-se mutações do latim mutare que significa mudar. Esses individuos que se manifestam chamam-se mutantes. Qualquer alteração na sequência da molècula de DNA conduz a mudanças das proteìnas produzidas. Essas proteìnas têm função chave no organismo, qualquer versão mutada, pode estar na origem de uma doença. Um exemplo é o gene da molècula de DNA, que faz a sìntese da cadeia B da hemoglobina este foi modificado num ponto preciso, passando a existir uma outra forma desse gene. Quando isso ocorre há uma mutação genètica. Atimina que està no gene normal foi substituida pela adenina no gene mutado, com isso a mensagem genÈtica fica assim alterada.

CICLO CELULAR

- Os organismos vivos, tanto os unicelulares e os multicelulares, tÊm no seu desenvolvimento, perìodos de crescimento e de divisão celular. Nos unicelulares como as bactèrias ou leveduras, quando ocorre a divisão celular corresponde a sua reprodução celular, porque a partir de uma celula forma-se duas ou mais celulas independentes. Já nos seres pluricelulares tende ahaver várias divisões celulares para que se constitua um individuo a partir da celula ovo. A divisão celular além da reprodução e do crescimento é também fundamental para segurar a manutenção da integridade fisica dos individuos. De um modo geral, as celulas crescem, aumentam o seu conteúdo e depois voltam a dividir-se, cada celula em regra, origina duas celulas filhas que se tudo correr bem serão geneticamente iguais a celula mãe. As celulas filhas irão torna-se celulas mães de uma outra geração celular. A divisão celular , os organelos, as enzimas e outros constituintes que fazem parte das celulas são distribuìdas pelas celulas filhas . O DNA é auto duplicado e as cópias rigorosamente distribuìdos.

A ESTRUTURA DOS CROMOSSOMAS DAS CELULAS EUCARIÒTICAS

- As moléculas de DNA dos seres eucariontes, encontra-se no nùcleo das celulas, ligadas as proteìnas, fazendo estrutas filamentosas complexas chamdas por cromossomas. O DNA tem informação genÈtica, e as proteìnas são responsàveis pela forma fìsica dos cromossomas, com isso elas regulam a atividade do DNA. Essas estruturas ou filamentos se apresentam ao longo da vida em forma despersa ou condensada. As células que se encontram em divisão, e os cromossomas se apresentam bem individualizadas, uma vez que estão bem condensadas pode ser observadas ao microscòpio òptico. A molecula de DNA huano pode se condensar de tal maneira que fica trinta mil vezes menos do que se estivesse distendida. A unidade bàsica de um cromossoma de uma celula eucariòtica e uma longa molècula de DNA, para além das proteìnas pode ser constituìdo por um cromatìdio. Em outros tempos a molecula de DNA duplica eo cromossoma fica constituìdo por dois cromatideos, e duas moleculas de DNA associada as proteìnas. Os dois cromatìdeos se apresentam ligados em uma estrutura sòlida e resistente chamada centròmero, isso é uma zona de constrição do cromossoma, como uma sequÊncia de DNA.

FASES DO CICLO CELULAR

- A vida da célula começa quando ela nasce a partir da célula mãe e termina quando ela pròpria se divide para originar duas células filhas, este conjunto de transformações constitui um processo dinâmico e contìnuo ao qual se chama-se ciclo celular. Com base nessa atividade das celulas que é visível ao micróscopio òptico tem no ciclo celular duas fases:

  • interfase;
  • fase mitòdica ou período da divisão celular

- A interfase corresponde ao período compreendido entre o fim da divisão celular e o início da seguinte. A fase mitódica diz respeito ao período o qual ocorre a divisão celular. N a interfase os cromossomas não sãi vìsiveis ao micróscopio òptico. E a replicação do DNA ocorre durante uma parte limitada da interfase, chamada periodo S que é precedido e seguido, por dois intervalos, G1 e G2.

  • Intervalo G1 ou pòs mitòtico
  • Perìodo S ou perìodo da sìntese de DNA
  • i€ntervalo G2 ou prÈ mitótico.

FASE MITÓTICA

- A fase mitótica que pode variar de um organismo para o outro em alguns pormenores, e na maior parte das celulas eucariòticas sendo o processo geral semelhante. Na fase mitótica considera-se duas etapas : mitose ou cariocinese - divisão do núcleo.

- Citosinese- divisão do citoplasma

- Mitose- é o conjunto de transformações durante as quais o núcleio das celulas eucariòticas se divide. A mitose que tem um processo contínuo e se distingue, pelas quatro subfases:

  • Profase
  • Metafase
  • AnafaseTamanho do tipo de letra
  • Telofase

- Citosinese- é a divisão do citoplasma portanto, é a consequente divisão das duas celulas filhas.Isto ocorre nos doid últimos estàgios da mitose, e no fim da anafase e da telofase, formando na zona do plano equatorial um anel contractil de filamentos proteicos. Ao se contrair trazem a membrana para dentro causando um suco de clivagem que vai estrangulando o citoplasma, e separam as duas celulas filhas.

ESTABILIDADE DO PROGRAMA GENÈTICO

- Uma caracteristica importante da celula é a sua capacidade através da divisão, manter o programa genético de uma geração para a outra. Isso é um fantástico sistema de multiplicar e dividir, sempre em partes iguais. Durante a interfase ocorre a replicação semiconservativa das moleculas do DNA que fazem parte dos cromossomos. No início da fase G2 cada um dos cromatídeos de cada cromossomo que no plano genètico , idêntico ao cromossoma inicial da fase G1 que o precedeu. No entanto os dois cromatídeos se encontram ligados pelo centromero que constitui um único cromossoma. Com isso eles recebem um número de cromossomas idênticos ao da celeula mãe, tendo assim a mesma informação genètica e garantindo a estabilidade genètica para as pròximas gerações.

CRESCIMENTO E REGENERAÇÃO DE TECIDOS

- Uma grande parte dos indivíduos pluricelulares resulta de divisões mitótticas sucessivas que acontece a partir de uma célula-ovo, só assim percebemos a importância da divisão celular. O desenvolvimento de um indivíduo tem como regra, os conjuntos de fenómenos biológicos que ocorrem da célula-ovo até o estado adulto. Um facto marcante deste processo é a capacidade das células se dividirem. A divisão das células e importante no crescimento, na manutenção da integridade dos indivíduos adultos e na regeneração dos tecidos.

DIFERENCIAÇÃO CELULAR

- Em um organismo as células somáticas, tem no seu núcleo os mesmos cromossomas e a mesma informação genética. As células constituem tecidos e órgãos tão diferentes que assumen formas e funções diferentes. No desenvolvimento de um indivíduo, ocorrem processos dos quais células idênticas desempenham uma ou várias funções. Isso traz alterações ao nível da função, mas também ao nível da estrutura da célula ao mqual se chama DIFERENCIAÇÃO CELULAR.

- O DNA dos organismos codifica quer o RNA, quer as proteínas necessárias à vida da célula . Mesmo uma sequência de DNA não e capaz de assegurar a vida é preciso saber as sequências de DNA que estão activas numa determinada célula e quais são os mecanismos reguladoresdessa actividade. Existem no DNA da bactéria: três genes estruturais, um gene regulador, um gene operador e um gene promotor. Na falta da lactose a proteína repressora liga-se ao operador e bloqueia a transcrição dos genes estruturais.



- CONCLUSÃO

Após estudar o DNA e a síntese de proteínas e saber que o DNA é o suporte da informação genética das células e apresenta uma organização e funcionamento universais no conjunto dos organismos vivos.
Podemos concluir que:
- A estrutura da molécula é em dupla hélice.
- A sequência de nucleótidos num gene constituiem uma mensagem.
- A replicação semi-conservativa do DNA assegura a relativa constância da estrutura.
- A expressão da informação genética contida no DNA traduz pela síntese de proteínas, ou seja, o DNA é a molécula universal de vital importância para todos os organismos vivos.

- BIBLIOGRAFIA
Dias da Silva, A; Gramaxo, F; Ermelinda Santos, M; Fernando Mesquita, A; Baldaia, L; Mário Félix, J-Terra, Universo de Vida. 1ª edição. Porto Editora. Porto.
http://en.wikipedia.org/wiki/RNA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Replica%C3%A7%C3%A3o_do_DNA
http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA