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terça-feira, 3 de junho de 2008

Magmatismo - Rochas Magmáticas

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Metamorfismo





Introdução
Metamorfismo
-Metamorfismo e a transformação de rochas existentes na crosta terrestre por acção de agentes de metamorfismo como calor, pressão e acções de difusão (metassomatose). O metamorfismo pode ser regional ou de contacto, o regional abrange extensas zonas da crosta terrestre e esta associado aos processos tectónicos relacionados com a formação de cadeias montanhosas, quer em zonas de colisão de placas continentais, quer em zonas de subducção e o de contacto está associado à instalação de massas magmáticas na crosta terrestre, criando nas rochas adjacentes à intrusão alterações mineralógicas e estruturais.

Objectivos
-Comentar sobre a formação das rochas metamorficas.
-Falar sobre a pressão e a temperatura.
-Mostrar a diversidade das rochas metamorficas.
-O que ocorre para a deformação das rochas.
-Quais os factores de metamorfismo.
-E os tipos de metamorfismo.

Desenvolvimento

-A formação das rochas metamorficas.
-A natureza de uma rocha metamórfica depende da rocha inicial e das condições da sua transformação. Assim, uma rocha sedimentar silicosa (arenito, radiolarito,etc.) é transformada em quartzito, rica em quartzo. Um calcário, rocha carbonatada,é transformado em mármore,rocha rica em calcite. A natureza e a dimensão dos minerais que são formados também dependem da intensidade do metamorfismo.



- A pressão e a temperatura.

-Quando as rochas estão sujeitas a condições de pressão e calor diferentes de sua formação, são transformadas e ficam metamorfisadas. Conservando geralmernte a composição quimica inicial, os minerais constituintes são substituídos por minerais novos, em equilibrio com as novas condições de pressão e temperatura, o que lhes dá um aspecto por vezes totalmente diferentes.

-Mostrar a diversidades das rochas metamorficas.

-As rochas metamorficas ao sofrerem os efeitos de pressão e temperatura se transformam exemplos temos a Ardósia que se origina do clorite, o Filito que se origina do moscovite, Micaxistose origina do biotite e a mica. Temos minerais caracteristicos do metamorfismo como: Granada, Andaluzite, Epídoto, Silimanite, Estaurolite, Cordierite. Quando os minerais são submetidos a pressão e temperaturas controladas o mineral se transforma em cada uma dessas rochas.

-O que ocorre para a deformação das rochas.

-A determinada condições termodinâmicas pode ocorrer a deformação das rochas o que corresponde uma fácies metamórfica, caracterizada por uma associação mineral constante para a composição química e condições termodinâmicas a que esta sujeita. A série de fácies metamórficas que caracteriza uma região depende da relação temperatura/pressão que reflecte o contexto geotectónico fazendo que ocorra ou não a deformação das rochas.

-Quais os factores de metamorfismo.

-Os factores de metamorfismo dependem das associações minerais das rochas metamórficas, por um lado, da composição inicial e, por outro, da pressão estatica e dinâmica, e calor que sobre ela e exercida. De maneira geral, o grau de metamorfismo aumenta com a profundidade, ou seja, com a pressão e calor ali desenvolvidos.

-Os tipos de metamorfismo.
-Os tipos de metamorfismo pode estar ligado as condições locais, por ex. o metamorfismo de contacto provocado pelo contacto com uma intrusão magmática. Ouro tipo de metamorfismo afecta vastas extensões da crosta terrestre, está relacionado com condicionamentos térmicos e mecânicos da orogénese (metamorfismo regional). A transformação das rochas e puramente mecânica ou traduz-se pela crisatalização de novos minerais, estáveis nas condições novas, que substituem os antigos. Daí resulta uma modificação na textura, por vezes acompanhada do desnvolvimento de xistosidade.Neste caso, em geral, a composição química original é conservada.

Conclusão

-Para a formação do planeta ocorreu grandes erupções transformações e o metamorfismo foi uma dessas que ocorreu no planeta. O metamorfismo que exerce nas rochas calor, pressão e transformações em minerais que antes não tinha tanto,valor origina minerais raros como quartzo, granada etc. Tais minerais são de grande necessidade para o nosso bem estar, nos proporcionando diversas utilidades para o nosso seu uso nas mais diversas áreas.

Bibliografia
Nova enciclopédia Larrousse 1994 círculo de leitores e larrousse para a primeira edição 2001 círculo de leitores,S.A e Larrousse VUEF para a primeira edição vol.15
Terra, Univeso de Vida. 2º parte geologia Porto editora. Autores Amparo dias da Silva, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos, Almira Fernandes Mesquita, Ludovina Baldaia, José Mário Félix.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Plano de Trabalho

Tema: Ocupação Antrópica e Ordenamento do Território.
Sub Tema: Zonas Costeiras (Anàlise de uma situação problema).
Introdução:
Demonstrar a importância das zonas costeiras.
Objectivos:
1. O que são Zonas Costeiras:

1.1 - Formas de Erosão:
1.2 - Formas de Deposição:
1.3 - Evolução do Litoral e suas causas:
2. Medidas de Protecção:

3. Ordenamento do Litoral:
3.1 - Ordenamento do Território:
3.2 - Riscos Geológicos:

Desenvolvimento:
Conclusão:
Conclusão dos objectivos falados.
Bibliografia:
http://www.cientic.com/ (Tema: Ocupação Antrópica.)

terça-feira, 20 de novembro de 2007

DNA e síntese de proteinas

-INTRODUÇÃO
-O DNA e a síntese de proteínas pode explicar todas as caracteristicas de cada organismo vivo e o porque de cada DNA ter suas caracteristicas específicas. Quando o bioquimíco Friedrich Miescher conseguiu isolar a substancia do DNA a qual chamou nucleína, que anos mais tarde designou-se por ácido desoxirribonucleico e que por quase um século foi ignorado por biólogos. Só que na decada de quarenta do séc. XX com trabalhos realizados pode-se ver que o DNA era o verdadeiro portador da informação genética. Atraves deste subtemas que vou mostrar no plano de trabalho vou tentar explicitar essas várias caracteristicas do DNA e as suas diferentes funções.

-OBJECTIVOS
- O Que é Universalidade e variabilidade da molécula de DNA?
- Qual é a Natureza química e estrutura do DNA?
- Como é a Replicação do DNA?
- Qual a Composição e estrutura do RNA?
- Como ocorre a biossíntese de proteínas?
- O que é Código genético? Um sistema de correspondência?
- Quais são os Mecanismos da síntese de proteínas?
- O que acontece quando há alterações do material genético?
- Como acontece o ciclo celular?
- Como é a estrutura dos cromossomas das células eucarióticas?
- As fases do ciclo celular?
- O que sera Interfase?
- O que é Fase mitótica?
- Como ocorre a Estabilidade do programa genético?
- Como ocorre Crescimento e regeneração de tecidos ?
-O porque da Diferenciação celular?

- DESENVOLVIMENTO

- No final do século XIX, o bioquimico Friedrich Miescherconseguiu isolar uma substância. O seu peso molecular era grande, no principipo chamou Nucleina depois designou Ácido desoxirribonucleico por fim tinha o DNA.
- O DNA,comparando a sua complexidade e a sua diversidade das proteínas parecia ser uma molécula muito simples com isso não se achava como poderia o DNA explicar as caracteristicas exatas de cada organismo. Só na década de quarenta do Séc. XX, após trabalhos e pesquisas com bactérias e vírus foi possível fazer essas conclusões.
- Neste subtema podemos compeender as propriedades fundamentais do DNA, e como ele se comporta na síntese de proteínas e na actividade celular.




figura 1: molécula de DNA
in:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/81/ADN_animation.gif


- UNIVERSALIDADE E VARIABILIDADE DA MOLÉCULA DE DNA
- Em vários seres vivos, os principais mecanismos com relação à molécula de DNA são análogos. Mas existe algumas diferenças entre o material genético própio dos procariontes e o dos eucariontes.
- As diferenças entre o material genético dos procariontes e os eucariontes diferencia desde da quantidade de DNA que contêm a sua informação genética, mas também à organização e a localização da molécula dentro da célula.
- Nos procariontes, por exemplo, a bactéria Escherichia colique encontra-se no hialoplasma como uma molécula circular, constitui o Nucleóide.
- Nas células eucarióticas existe um compartimento membranar e cerca de 99% do material genético esta confinado ao núcleo. Possui na parte externa o invólucro nuclear, com inúmeros poros que permitem a comunicação entre o interior do núcleo e o citoplasma. O núcleo contêm o suco nuclear ou nucleoplasma, onde se encontra o material corável, a cromatina que é feita por filamentos de DNA associados a proteínas. O termo cromossoma é utilizado para designar cada unidade morfológica e fisiológica de cromatina.

- NATUREZA QUÍMICA E ESTRUTURA DO DNA
- O ácido desoxirribonuceico esta em todas as células vivas. Por ser uma molécula biológica e universal, quando se indentificou a sua composição química e a sua estrutura foi um avanço na biologia molecular.
- No ácido desoxirribonucleico tem três constituintes:
Àcido fosfórico - confere à molécula caracteristicas ácidas.
Pentose - a desoxirribose tem esse porque possui menos um átomo de oxigénio que a ribose.
Bases azotadas: bases pirimídicas - são bases de anel simples: timina e citosina;

- REPLICAÇÃO DO DNA
- O DNA que tem a informação genética pode se autoduplicar e assegurar o património genético das células para as futuras gerações. A replicação semiconservativa da molécula do DNA ocorre uma réplica integral de cada uma das cadeias constituintes mantendo as caracteristicas da célula atráves da polimerização ordenada de nucleótidos.
figura 2: modelo de replicação semi-conservativo
in:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/08/Dna-split.png



- COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA DO RNA

- O ácido ribonucleico ou RNA pela quimica e parecido ao DNA mas apresenta diferenças. Por possuir diferenças e ser em geral de cadeia simples e suas moléculas de tamanho inferior as do DNA. O RNA contém: um grupo fosfato, uma ribose e uma base azotada que pode ser adenina, guanina, citosina ou uracilo.
figura 3: estrutura de um segmento de pré-mRNA
in:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/bd/Pre-mRNA-1ysv.JPG

EXPRESSÃO E FORMAÇÃO GENÉTICA -

Biossíntese de proteínas

- As moléculas de DNA e as moléculas de proteínas são macromoléculas sequenciadas de monomeros. No DNA os monomeros são os nucleótidos; e nas proteínas , os monómeros são os aminoácidos.

-Tanto o número e a ordem que se encontram os aminoàcidos na proteìna é muito importante pois ela define a proteìna, e a estrutura final da molècula consiste desta sequeência.

CÓDIGO GENÈTICO

Um sistema de correspondência

- O alfabeto dos genes que é constituído por quatro letras e que no começo ninguém conseguia lê-lo era um sistema de correspondência entre o DNA eo RNA. isto consiste em quatro tipos de nucleóticos, e de cerca de vinte e dois aminoàcidos de proteìnas, o código genético funciona como um dicionário que a célula utiliza quando precisa da informação genètica.

- A transferência do DNA contido na sequÊncia de nucleòticos para a linguagem das proteínas, feita na sequência dos aminoàcidos consiste na codificação de cerca de vinte e dois aminoàcidos a partir de quatro nucleòticos diferentes.

MECANISMO DA SÌNTESE DE PROTEÌNAS

- A passagem da linguagem do DNA para a linguagem das proteìnas tem duas fases principais:

  • transcrição da mensagem genètica- seguimentos de DNA codificam a produção de RNA;
  • tradução da mensagem genética- MRNA codifica aprodução de proteìnas.

- A molécula de DNA se compara a uma banda magnètica, que para exprimir as informações que contèm, precisa de um sistema de descodificação.

TRANSCRIÇÃO DA INFORMAÇÃO GENÈTICA

- Nos sistemas vivos, a primeira etapa da transferência correspondem a sìntese de RNA, a partir de uma sequÊncia de DNA que tenha informação que lhe serve de molde. Esta síntese ocorre na presença de um complexo enzimàtico chamado RNA - POLIMERASE.

- A transcrição se faz no nùcleo, onde ocorre a polimerização de ribonucleòtidos segundo a regra da complementariedade de base. A sìntese de RNA a partir de nucleòtidos livres faz no sentido cinco-para três

TRADUÇÃO DA INFORMAÇÃO GENÈTICA

- Nesse processo hà a transformação da mensagem contida no MRNA da sequência de aminoàcidos que cionstitui a cadeia polipeptìdica. Há varios intervenientes.

- De entre os intervenientes tem especial referência aos ribossomas e ao RNA de transferência. Os ribossomas são organelos que podem encontrar-se livres no hialoplasma ou associados as menbranas do retìculo endoplàsmatico MRNA.

- A biossìntese de proteìnas apresenta como características fundamentais: a complexidade, a rapidez, a amplificação que pode ser transcrita várias vezes nas moléculas de MRNA.

ALTERAÇÕES DO MATERIAL GENÈTICO

- O material genético de cada individuo não permnaece estático que em várias situações, tem alterações que algumas vezes ocorrem anomalias mais ou menos graves. Essas alterações do material genético cham-se mutações do latim mutare que significa mudar. Esses individuos que se manifestam chamam-se mutantes. Qualquer alteração na sequência da molècula de DNA conduz a mudanças das proteìnas produzidas. Essas proteìnas têm função chave no organismo, qualquer versão mutada, pode estar na origem de uma doença. Um exemplo é o gene da molècula de DNA, que faz a sìntese da cadeia B da hemoglobina este foi modificado num ponto preciso, passando a existir uma outra forma desse gene. Quando isso ocorre há uma mutação genètica. Atimina que està no gene normal foi substituida pela adenina no gene mutado, com isso a mensagem genÈtica fica assim alterada.

CICLO CELULAR

- Os organismos vivos, tanto os unicelulares e os multicelulares, tÊm no seu desenvolvimento, perìodos de crescimento e de divisão celular. Nos unicelulares como as bactèrias ou leveduras, quando ocorre a divisão celular corresponde a sua reprodução celular, porque a partir de uma celula forma-se duas ou mais celulas independentes. Já nos seres pluricelulares tende ahaver várias divisões celulares para que se constitua um individuo a partir da celula ovo. A divisão celular além da reprodução e do crescimento é também fundamental para segurar a manutenção da integridade fisica dos individuos. De um modo geral, as celulas crescem, aumentam o seu conteúdo e depois voltam a dividir-se, cada celula em regra, origina duas celulas filhas que se tudo correr bem serão geneticamente iguais a celula mãe. As celulas filhas irão torna-se celulas mães de uma outra geração celular. A divisão celular , os organelos, as enzimas e outros constituintes que fazem parte das celulas são distribuìdas pelas celulas filhas . O DNA é auto duplicado e as cópias rigorosamente distribuìdos.

A ESTRUTURA DOS CROMOSSOMAS DAS CELULAS EUCARIÒTICAS

- As moléculas de DNA dos seres eucariontes, encontra-se no nùcleo das celulas, ligadas as proteìnas, fazendo estrutas filamentosas complexas chamdas por cromossomas. O DNA tem informação genÈtica, e as proteìnas são responsàveis pela forma fìsica dos cromossomas, com isso elas regulam a atividade do DNA. Essas estruturas ou filamentos se apresentam ao longo da vida em forma despersa ou condensada. As células que se encontram em divisão, e os cromossomas se apresentam bem individualizadas, uma vez que estão bem condensadas pode ser observadas ao microscòpio òptico. A molecula de DNA huano pode se condensar de tal maneira que fica trinta mil vezes menos do que se estivesse distendida. A unidade bàsica de um cromossoma de uma celula eucariòtica e uma longa molècula de DNA, para além das proteìnas pode ser constituìdo por um cromatìdio. Em outros tempos a molecula de DNA duplica eo cromossoma fica constituìdo por dois cromatideos, e duas moleculas de DNA associada as proteìnas. Os dois cromatìdeos se apresentam ligados em uma estrutura sòlida e resistente chamada centròmero, isso é uma zona de constrição do cromossoma, como uma sequÊncia de DNA.

FASES DO CICLO CELULAR

- A vida da célula começa quando ela nasce a partir da célula mãe e termina quando ela pròpria se divide para originar duas células filhas, este conjunto de transformações constitui um processo dinâmico e contìnuo ao qual se chama-se ciclo celular. Com base nessa atividade das celulas que é visível ao micróscopio òptico tem no ciclo celular duas fases:

  • interfase;
  • fase mitòdica ou período da divisão celular

- A interfase corresponde ao período compreendido entre o fim da divisão celular e o início da seguinte. A fase mitódica diz respeito ao período o qual ocorre a divisão celular. N a interfase os cromossomas não sãi vìsiveis ao micróscopio òptico. E a replicação do DNA ocorre durante uma parte limitada da interfase, chamada periodo S que é precedido e seguido, por dois intervalos, G1 e G2.

  • Intervalo G1 ou pòs mitòtico
  • Perìodo S ou perìodo da sìntese de DNA
  • i€ntervalo G2 ou prÈ mitótico.

FASE MITÓTICA

- A fase mitótica que pode variar de um organismo para o outro em alguns pormenores, e na maior parte das celulas eucariòticas sendo o processo geral semelhante. Na fase mitótica considera-se duas etapas : mitose ou cariocinese - divisão do núcleo.

- Citosinese- divisão do citoplasma

- Mitose- é o conjunto de transformações durante as quais o núcleio das celulas eucariòticas se divide. A mitose que tem um processo contínuo e se distingue, pelas quatro subfases:

  • Profase
  • Metafase
  • AnafaseTamanho do tipo de letra
  • Telofase

- Citosinese- é a divisão do citoplasma portanto, é a consequente divisão das duas celulas filhas.Isto ocorre nos doid últimos estàgios da mitose, e no fim da anafase e da telofase, formando na zona do plano equatorial um anel contractil de filamentos proteicos. Ao se contrair trazem a membrana para dentro causando um suco de clivagem que vai estrangulando o citoplasma, e separam as duas celulas filhas.

ESTABILIDADE DO PROGRAMA GENÈTICO

- Uma caracteristica importante da celula é a sua capacidade através da divisão, manter o programa genético de uma geração para a outra. Isso é um fantástico sistema de multiplicar e dividir, sempre em partes iguais. Durante a interfase ocorre a replicação semiconservativa das moleculas do DNA que fazem parte dos cromossomos. No início da fase G2 cada um dos cromatídeos de cada cromossomo que no plano genètico , idêntico ao cromossoma inicial da fase G1 que o precedeu. No entanto os dois cromatídeos se encontram ligados pelo centromero que constitui um único cromossoma. Com isso eles recebem um número de cromossomas idênticos ao da celeula mãe, tendo assim a mesma informação genètica e garantindo a estabilidade genètica para as pròximas gerações.

CRESCIMENTO E REGENERAÇÃO DE TECIDOS

- Uma grande parte dos indivíduos pluricelulares resulta de divisões mitótticas sucessivas que acontece a partir de uma célula-ovo, só assim percebemos a importância da divisão celular. O desenvolvimento de um indivíduo tem como regra, os conjuntos de fenómenos biológicos que ocorrem da célula-ovo até o estado adulto. Um facto marcante deste processo é a capacidade das células se dividirem. A divisão das células e importante no crescimento, na manutenção da integridade dos indivíduos adultos e na regeneração dos tecidos.

DIFERENCIAÇÃO CELULAR

- Em um organismo as células somáticas, tem no seu núcleo os mesmos cromossomas e a mesma informação genética. As células constituem tecidos e órgãos tão diferentes que assumen formas e funções diferentes. No desenvolvimento de um indivíduo, ocorrem processos dos quais células idênticas desempenham uma ou várias funções. Isso traz alterações ao nível da função, mas também ao nível da estrutura da célula ao mqual se chama DIFERENCIAÇÃO CELULAR.

- O DNA dos organismos codifica quer o RNA, quer as proteínas necessárias à vida da célula . Mesmo uma sequência de DNA não e capaz de assegurar a vida é preciso saber as sequências de DNA que estão activas numa determinada célula e quais são os mecanismos reguladoresdessa actividade. Existem no DNA da bactéria: três genes estruturais, um gene regulador, um gene operador e um gene promotor. Na falta da lactose a proteína repressora liga-se ao operador e bloqueia a transcrição dos genes estruturais.



- CONCLUSÃO

Após estudar o DNA e a síntese de proteínas e saber que o DNA é o suporte da informação genética das células e apresenta uma organização e funcionamento universais no conjunto dos organismos vivos.
Podemos concluir que:
- A estrutura da molécula é em dupla hélice.
- A sequência de nucleótidos num gene constituiem uma mensagem.
- A replicação semi-conservativa do DNA assegura a relativa constância da estrutura.
- A expressão da informação genética contida no DNA traduz pela síntese de proteínas, ou seja, o DNA é a molécula universal de vital importância para todos os organismos vivos.

- BIBLIOGRAFIA
Dias da Silva, A; Gramaxo, F; Ermelinda Santos, M; Fernando Mesquita, A; Baldaia, L; Mário Félix, J-Terra, Universo de Vida. 1ª edição. Porto Editora. Porto.
http://en.wikipedia.org/wiki/RNA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Replica%C3%A7%C3%A3o_do_DNA
http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ciclos de Vida - Unidade e Diversidade

Neste trabalho proponho-me estudar a unidade e diversidade dos diversos ciclos de vida:

Ciclo de Vida da Espirogira:

-reproduçao e multiplicação;
-análise das suas características;
-esquema do ciclo de vida da alga;

Ciclo de Vida de um mamífero:

-reprodução e multiplicação;
-análise das suas características;
-esquema do ciclo de vida de um mamífero;

Ciclo de Vida do polipódio:

-reprodução e multiplicação;
-análise das suas características;
-esquema do ciclo de vida do polipódio;

Intervenção do Homem no Ciclo de vida dos organismos:</b>

-consequências;
-o dilema dos Pinguins;

Reprodução nos seres vivos

Introdução:
Em todos os seres vivos existe uma caracteristica que é exclusiva para todos, ou seja a capacidade que possuem para originar novos individuos com informação genéticamente identica
à dos seus progenitores, sendo que essa informação irá ser transmitida de geração em geração, a esta caracteristica chamamos de reprodução nos seres vivos.
Objectivos:
Comparação entre Reprodução Assexuada e Reprodução Sexuada.
Qual o mecanismo ou mecanismos mais eficiente para:
1º Continuidade dos seres vivos.
2º Variabilidade genética.
3º Resistência a alterações ambientais.
Perceber a influência das mutações desenvolvidas nos organismos.
Desenvolvimento:
A Reprodução assume aspectos muito diversos que podem agrupar-se em dois tipos fundamentais:
1. Reprodução Assexuada que consiste na reprodução de um individuo sem a união de gâmetas e estando (geralmente) associada à dívisão celular mitótica - mitose. Ocorrendo tanto em seres unicelulares como em seres multicelulares, existindo uma grande variedade de processos:
1.1. Bipartição ou cissiparidade - Dividindo-se em dois seres sensivelmente iguais, atingindo as dimensões do progenitor. Este processo ocorre tanto com seres unicelulares como a amiba e a paramécia (fig. A), e em seres multicelulares como a planária (fig. B).






1.2. Gemulação ou gemiparidade - Forma-se, neste indivíduo, uma ou mais dilatações, os gomos ou gemas, crescendo e destacando-se completando assim o seu desenvolvimento, sendo que cada gomo origina um novo indivíduo. Ocorrendo também em seres unicelulares, (leveduras, fig. C), e em seres multicelulares (anémonas do mar e os corais, fig. D). Podendo em condições ambientais favoráveis os indivíduos permaneçam ligados ao progenitor, originando uma colónia de indivíduos cooperantes.






1.3. Esporulação - Neste processo verifica-se a formação de células reprodutoras especializadas, os esporos, que em condições favoráveis, originam cada um deles um novo individuo, como por exemplo o bolor do pão, (fig. E). Nos seres terrestres, esses esporos são muito leves podendo assim serem transportados para longas distâncias propagando assim a sua espécie.

1.4. Partenogénese - É o processo que através do qual um óvulo se desenvolve originando um novo organismo, sem ter havido fecundação. Isto quer dizer que são fêmeas que procriam sem precisar da fecundação dos machos. Este processo ocorre naturalmente em plantas agamospérmicas, invertebrados, (ex: pulgas de água, afideos), e alguns vertebrados, (ex: lagartos, salamandras, peixes e até mesmo perus). Os organismos que estão associados a este processo, tendo, normalmente, origem a ambientes isolados como ilhas oceânicas. Sendo este método apenas uma possibilidade eventual, sendo a reprodução sexuada a mais comum. Fig. F.
In: http://www.esecodivelas.rcts.pt/BioGeo/ficha_reprod.htm
1.5. Fragmentação - O organismo fragmenta-se espontaneamente ou por acidente e cada fragmento desenvolve-se originando assim novos seres vivos. Um dos exemplos mais conhecidos é a estrela-do-mar, que ao perder um dos seus braços, pode regenerar os restantes, formando-se assim uma nova estrela-do-mar do braço seleccionado. Sendo que este novo ser é genéticamente idêntico ao progenitor, originando-se um clone do seu progenitor. Fig. G.
1.6. Divisão Multipla - Este tipo de reprodução também se pode chamar de pluripartição ou esquizogonia. Nesta divisão o núcleo da célula-mãe divide-se em vários núcleos, cada núcleo é rodeado de uma porção de citoplasma e de uma membrana, originando as células-filhas, sendo libertados, na altura em que a membrana da célula-mãe se rompe.

Fig. H. Paramecium
In:http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Paramecium.jpg
1.7. Multiplicação vegetativa - Ocorrendo especialmente em plantas superiores, existindo em muitas espécies órgãos especializados que poderam dar origem a novos indivíduos como é o caso dos tubérculos, bolbos, rizomas, estolhos e até plantas em miniatura. (fig. I,J,K,L).

Existindo também, à parte destes processos naturais, técnicas artificiais de propagação de espécies como o conjunto seguinte de imagens demonstra. (fig. M,N,O,P).


Em todos estes casos é de realçar que só existe reprodução caso os descendentes se separam do progenitor.
2. Existindo também o processo de Reprodução Sexuada que consiste na forma mais conhecida de reprodução dos seres vivos. Sendo um processo que do qual se vai verificar gerações de individuos que apresentam enorme variabilidade, sendo facilmente reconhecido se nós olharmos para a nossa familia. Nos pontos seguintes vamos falar das causas das variabilidades dos individuos das mesmas espécies.
2.1. Fecundação - Na reprodução sexuada temos o envolvimento de duas células reprodutoras, os gâmetas, formando-se depois em uma só célula, o ovo ou zigoto, sendo este acontecimento designado por fecundação.
2.2. Meiose - Na reprodução sexuada além de existir o acontecimento da fecundação ocorre também um processo de divisão nuclear chamado de meiose.
Esta figura (Q.) demonstra as divisões nucleares entre a mitose e a meiose.
Quando as células cujos nucleos possuem pares de cromossomas com a mesma forma, estrutura e tenham genes correspondentes designam-se por células diploides sendo representadas por 2n. Quando no núcleo de uma célula diploide ocorre a meiose, originando duas divisões nucleares sucessivas, formando-se quatro núcleos, cada um com metade do número de cromossomas da célula inicial. Esta redução é uma consequencia da separação dos cromossomas homólogos durante o processo meiótico. Assim as células-filhas têm apenas um cromossoma de cada par, tendo estas células como designação de células haplóides e são representadas por n. Implicando a meiose a passagem de diploidia para haploidia.
Sendo este processo precedido por uma intérfase idêntica à que antecede a mitose e durante a qual também se verifica a replicação do DNA, ficando deste modo, cada cromossoma, constituido por dois cromatídios, genéticamente idênticos, ligados na região do centrómero.
Nesta próxima figura (R.) mostra-nos a sequência de aspectos durante a meiose, o que quero dizer com isto é que a meiose é um conjunto de duas divisões nucleares chamadas de divisão I, divisão II.
Na divisão I o número de cromossomas da célula inicial fica reduzido a metade, sendo que no final desta divisão vai-se formar dois núcleos,possuindo dois cromossomas, tendo cada cromossoma dois cromatídios.
Na divisão II vai existir uma separação dos dois cromatídios de cada cromossoma, tendo como consequência que cada um dos núcleos fica com o mesmo número de cromossomas que possuia cada núcleo no inicio desta divisão. No fim da divisão cada um dos núcleos mantem esses dois cromossomas mas cada irá ser constituido por apenas um cromatídio.
Durante a divisão I temos a Profase I que ocupa cerca de 90% do tempo total da meiose, tornando-se assim muito longa podendo durar semanas, meses ou até anos, os cromossomas tornam-se mais visíveis depois de se condensarem, sendo cada cromossoma constituido por dois cromatídios que ainda não se conseguem distinguir, os dois cromossomas homólogos de cada par juntam-se originando um bivalente ou díada cromossómica tendo este processo como nome sinapse consistindo numa justaposição entre dois cromossomas homólogos, sendo que em cada bivalente existe quatro cromatídios, chamando-se cada conjunto de tétrada cromatídica.
Durante a sinapse pode-se observar que nos cromossomas emparelhados, vários pontos de cruzamento que são nódulos de recombinação ou pontos de quiasma entre os dois cromatídios dos dois cromossomas, podendo nesta altura existir trocas recíprocas de segmentos, estas trocas
designam-se por crossing-over. Durante estes acontecimentos os nucléolos desagregam-se e vai-se formando o fuso acromático, sendo que no final da profase I o invólucro nuclear desaparece completamente. Fig. S.

Durante esta divisão I da meiose também temos a Metafase I, Anafase I e Telofase I.

A metafase I é a ligação dos bivalentes a microtúbulos do fuso acromático em zonas dos centrómeros, tendo os pontos de quiasmo no plano equatorial, sendo que os centórmeros dos cromossomas homólogos voltados para pólos opostos, verificando que a sua orientação é realizada ao acaso, idependentemente da sua origem materna ou paterna. Fig. T.

Na anafase I vai-se verificar a separação dos cromossomas homólogos de cada bivalente, originando a migração polar dos cromossomas. Cada um destes cromossomas é constituido por dois cromatídios, sendo este modo realizado aleatóriamente, podendo originar a ocorrência de vários tipos de recombinação de cromossomas maternos e paternos.


Fig. U.
A telofase I tem inicio quando os cromossomas atingem o polo do fuso acromático, verificando-se a descondensação dos cromossomas, o aperecimento do nucléolo e do invólucro nuclear, tendo cada um dos dois nucleos formados, metade do número de cromossomas do núcleo inicial, ao determinar a formação de duas células haplóides a citocinese vai ocorrer ao longo dos dois últimos estádios. Fig. V.
Após uma interfase sem período de síntese, a desagregação do invólucro nuclear, condensação dos cromossomas e formação do fuso acromático, a isto chama-se de Profase II.

Os cromossomas vão para a zona equatorial de cada fuso acromático, com os centrómeros nos respectivos planos equatoriais, designado por Metafase II.






Fig. W.

Na Anafase II os centrómeros dividem-se e cada cromossoma com só um cromatídio migra para o polo respectivo. Fig. X.


A Telofase II, é iniciada quando os cromossomas atingem os polos dos fusos acromáticos, havendo uma descondensação cromossómica, constituida com invólucros nucleares e dos nucléolos,. E é aqui que a citocinese vai determinar a formação de quatro células-filhas haplóides.

Fig. Y.

2.3. Meiose e Fecundação - fontes de variabilidade - Na reprodução sexuada existe uma grande variabilidade genética nos individuos, contribuindo vários processos para esta variabilidade, como a meiose e a fecundação, permitindo a recombinação dos genes provenientes dos progenitores, dando várias misturas imprevisíveis de caracteres na descendência.
Na meiose existe a recombinação entre genes de cromossomas homólogos como resultado de crossing-over, existe uma colocação ao acaso de cada par de cromossomas homólogos em ambos os lados do plano equatorial do fuso acromático, no que resulta em diferentes combinações de cromossomas de linha paterna e materna, nas células-filhas. Fig.Z.

Na fecundação existe a responsabilidade da união aleatória dos gâmetas, células haplóides genéticamente diferentes, contribuindo assim para a grande variabilidade genética das espécies.







Fig. 1.

3. Alterações do Material Genético - Mutações:
Qual a origem destas formas alélicas?
Toda a informação hereditária de um individuo não permanece estático, pode experimentar mudanças, chamando-se a essas mudanças de Mutações, sendo que os individuos que as têm chamam-se de Mutantes.
Podendo ter um pequeno efeito numa célula, podendo não ser possivel evidenciar-se facilmente, mas também pode ser tão evidenciado que pode resultar na morte da célula ou no organismo.
Muitas das mutações estão encaixadas nestes dois tipos de acontecimentos acima referenciados, podendo ocorrer nos dois niveis seguintes:
3.1. Mutações génicas - Refere-se a uma alteração em um gene passando a haver uma ou outra forma alélica desse gene. São extremamente localizáveis e pontuais, sendo detectáveis apenas no fenótipo dos mutantes.
Acontecendo quando na sequência de bases do DNA constituintes do gene, ocorre algum erro na replicação dando origem a outro gene.
3.2. Mutações cromossómicas - São alterações ao nível dos conjuntos cromossómicos, das porções de cromossomas ou mesmo de cromossomas completos.
Podendo, as mutações, ocorrer tanto nas células semáticas como nas células da linha germinativa, sendo que uma mutaçãosomática conduz a um conjunto ou clone de células mutantes, sendo recolhecidas entre as restantes células do indivíduo.
Sendo uma mutação que em termos hereditários não é transmitida à descendência, somente em casos de reprodução assexuada, mas se essa alteração se der ao nivel das células da linha germinativa poderá ser transmitida aos descendentes.
Conclusão:
Com este trabalho conseguimos mostrar os vários processos existentes na reprodução nos seres vivos.
Conseguimos concluir que não é necesssário obrigatóriamente haver dois individuos para haver fecundação, como podémos verificar nos processos de reprodução assexuada aqui faládos.
Já na reprodução sexuada, aqui sim já é necessário existir fecundação, sabendo-se que os novos individuos iram apresentar uma enorme variabilidade, esta variabilidade é facilmente detectável, por exemplo se olhar-mos para os nossos pais reparamos que não somos iguais, embora tenhamos genes identicos, isto para dizer que cada ser vivo é genéticamente diferente de todos os outros.
Podé-mos também concluir que a variabilidade de informação genética é extremamente importante na sobrevivência das espécies em condições ambientais alteradas.
Concluindo-se também que a fecundação e a meiose ocupam posições diferentes nos ciclos da vida, observando a documentação de um ciclo de vida, permitir-nos-á um melhor entendimento da complementariedade dos fenómenos meiose e fecundação.
Concluimos também, que em vários tipos de mutações, o mesmo gene existente entre elas manifesta-se de duas formas alélicas podendo ocupar o mesmo locus.
Foi também concluido que uma mutação de uma célula pode ser tão pequena que não seja fácil verificar-se, mas também pode ser tão significativo que poderá conduzir á morte da própria célula ou mesmo do próprio organismo.

Bibliografia:
Terra, Universo de Vida. Ciências da terra e da vida - 11º Ano 1ª Parte - Biologia Porto Editora, Amparo Dias da Silva; Fernanda Gramaxo; Maria Ermelinda Santos; Almira Fernandes Mesquita; Ludovina Baldaia.
Imagens: Retiradas do livro Terra, Universo de Vida; acima assinalado.
Sites consultados:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Partenogénese
http://www.esec-odivelas.rcts.pt/BioGeo/ficha_reprod.htm